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Situada a 100 quilômetros de Belo Horizonte, Ouro Preto é uma cidade turística, mas com atividades econômicas que giram em torno das indústrias metalúrgicas e de mineração que atuam no município, como a Alcan – Alumínio do Brasil, primeira fábrica de alumínio do país, a Companhia Vale do Rio Doce e outras. Principais atividades econômicas: turismo, indústria extrativa mineral, indústria de transformação, riquezas minerais como jazidas de ferro, bauxita, manganês, talco e mármore. A cidade faz parte do circuito do ouro. Muitas de suas atividades envolvem também a universidade, cujos estudantes, professores e funcionários têm uma significativa participação na movimentação do comércio local.
Ouro Preto tem vida cultural própria, destacando-se o Festival de Inverno, as festividades da Semana Santa, o Carnaval, a festa do "Doze" (comemoração do aniversário da Escola de Minas, em 12 de outubro), entre outras atividades e celebrações. A cidade também é privilegiada por sua paisagem local, onde se destacam as cachoeiras, parques naturais e outras cidades históricas vizinhas. Um pouco de história
Nos anos seguintes, foi notável o afluxo de pessoas
para a área, fundando-se os povoados de Ouro Preto e Antônio
Dias, que logo se expandiram até constituírem uma única
aglomeração. Em 1711, o governador das capitanias de
Minas e São Paulo, Antônio de Albuquerque Coelho, elevou
o povoado resultante da reunião das duas povoações
principais à categoria de vila, batizada como Vila Rica, em
virtude das riquezas que encerrava o subsolo. Após a Independência,
Vila Rica foi elevada à categoria de cidade, sendo confirmada
como capital da Província de Minas Gerais e tendo o seu nome
mudado para Ouro Preto, referência a pepitas de ouro paladiado,
que tinham aspecto de grãos escuros, encontrados em grande
abundância no leito do riacho do Tripuí, nos arredores
da cidade. Ouro Preto foi capital de Minas até 1897, quando
a capital se transferiu para Belo Horizonte. Localização e vias de
acesso Atrativos turísticos Monumentos religiosos
Igreja São Francisco de Assis – Construção iniciada em 1766, é considerada uma obra-prima de Antônio Francisco Lisboa. Pinturas de Manoel da Costa Athaíde. Igreja N. S. dos Pretos do Alto da Cruz (Santa Efigênia) – Construção datada de 1720 a 1785. Diz a lenda que foi erigida por Chico Rei e sua tribo. Igreja N. S. dos Pardos de Pe. Faria – Construção datada de 1710. Igreja N. S. das Mercês e Perdões (Mercês de Baixo) – Construção concluída em 1772. Risco da primitiva capela-mor de Aleijadinho. Igreja N. S. do Pilar (Matriz) – Inaugurada em 1733, é a igreja mais rica em ouro de Minas Gerais. No subsolo funciona o Museu da Prata. Igreja N. S. do Carmo – Construção de 1766, é um projeto de Manoel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho. Guarda os últimos trabalhos de Aleijadinho.
Igreja São Francisco de Paula – Construção mais recente de Ouro Preto. De lá se tem uma vista panorâmica da cidade. Igreja Senhor Bom Jesus de Matozinhos (São Miguel e Almas) – Portada de Aleijadinho e pintura de Athaíde. Igreja N. S. do Rosário – O traçado circular é o ponto alto da arquitetura barroca mineira.
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