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Prados é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Localiza-se a uma latitude 21º03'27" sul e a uma longitude 44º04'47" oeste, estando a uma altitude de 979 metros. Sua população estimada em 2009 era de 8.560 habitantes. Possui uma área de 263,754 km². A origem de Prados remonta à descoberta de ouro no vale do Rio das Mortes, mesma causa de ocupação de São João del-Rei e Tiradentes. A cidade tem um casario colonial quase todo preservado. Destacam-se as edificações sacras. No carnaval, nativos e visitantes se dividem entre as duas agremiações rivais: o Bloco da UCA e a GRES Gato Preto. O encerramento do carnaval de Prados acontece na quarta-feira, com o tradicional Bloco da Latinha, que faz sua passagem de 6h às 8h da manhã.
Vista parcial de Prados. "Cidade da Prosa". A Semana Santa é uma solenidade suntuosa, que conserva as tradições coloniais da religiosidade mineira originada no século XVIII, sendo uma das poucas cidades mineiras a executar obras musicais de grandes compositadores sacros do barroco mineiro como J.J. Emerico Lobo de Mesquita e Manoel Dias de Oliveira.
Outra atração é o centenário Passeio da Serra de São José no qual muitas famílias pradenses fazem um piquinique ecológico no alto da Serra de São José. Este evento é considerado o mais antigo passeio ecológico do Brasil pois acredita-se que exista desde 1868. Outras atrações são o distrito de Bichinho, pelo artesanato e proximidade com Tiradentes; a Estação de Prados, que lamentavelmente está abandonada; a capela do Livramento e o povoado das Pitangueiras. Vale ainda mencionar que Prados é berço de muitos dos inconfidentes como Vitoriano Veloso, José de Rezende Costa - pai e filho - e Francisco Antônio de Oliveira Lopes. Tradições carnavalescas da cidade de Prados, MG. Na manhã de quarta feira de cinzas (sempre ás 6h da manhã), nativos e turistas saem pelas ruas da cidade batendo em latinhas de cerveja, acompanhando um carro de som, fechando o carnaval da cidade e à noite carnavalescos do Blocos UCA se reúnem para fazer uma "bacalhoada" acompanhada de muitas "da branquinha" e saem na madrugada em procissão fantasmagórica levando caixão com boneco representando o bloco adversário para "enterrá-lo" até o próximo carnaval.
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