Idinando Borges
Fevereiro 22, 2016

DESTINOS PARA A SEMANA SANTA

Tempo de paz, tranquilidade, lazer e conforto. Quer reunir tudo isso no feriado da Semana Santa? Então, confira os pacotes turísticos especiais que o Senac oferece. Você pode escolher entre a charmosa Tiradentes, situada na rota da Estrada Real, ou a acolhedora cidade de Barbacena, num lugar especial de onde se pode avistar o mais belo pôr do sol. Escolha a melhor opção de destino: Hotel Senac Grogotó (Barbacena) 25/03/2015 (sexta-feira) a 27/03/15 (domingo) Incluso: sexta-feira – almoço e jantar; sábado – café da manhã, almoço e jantar e domingo – café da manhã e almoço. As refeições incluem água, suco natural e refrigerantes servidos em jarras. As bebidas alcoólicas são cobradas a parte.
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Consulte os preços pelo tel. (32) 3339-3130 – reservasgrogoto@mg.senac.br Clique para saber mais sobre o Hotel Senac Grogotó.

Pousada Senac Tiradentes

25/03/2015 (sexta-feira) a 27/03/15 (domingo) Diárias incluem café da manhã
PousadaTiradentes

A pousada preserva em sua arquitetura o caráter histórico da cidade e possui ambientes decorados de diversas maneiras para proporcionar um clima aconchegante aos hospedes. Ao todo, são seis quartos, sendo dois deles padrão luxo, com banheira de hidromassagem.Já o Restaurante-Escola, integrado à pousada, conta com uma cozinha industrial, uma cozinha pedagógica e um salão com capacidade para 72 pessoas.Reservas: (32) 3355-2900 – reservastiradentes@mg.senac.br Clique para saber mais sobre a Pousada.

Idinando Borges
Fevereiro 20, 2016

Luana Tolentino diz NÃO a Luciano Huck: “Usou o Caldeirão para oferecer brasileiras aos gringos, como mercadoria”

Do logo

publicado em 19 de fevereiro de 2016 às 15:12

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Luana Tolentino, em sua página no Facebook

Hoje [ 18 de fevereiro] à tarde fui surpreendida com um telefonema da produção do Caldeirão do Huck. Em março, o programa fará uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Segundo a produtora do programa “sou uma mulher inspiradora”. Por isso eles acharam que o Luciano Huck deveria me entrevistar.

Não aceitei. Minha decisão não se deu pelo fato do Caldeirão do Huck fazer parte da programação da Rede Globo, emissora pela qual tenho uma infinidade de críticas e há muito tempo não assisto. Longe disso. Não aceitei porque não me agrada a espetacularização que é feita com a vida das pessoas que tem uma “história de superação”.

Não aceitei porque não vou me prestar ao papel de reforçar o discurso da meritocracia, que discordo e combato com veemência.

— Luana, você é a prova de que quando as pessoas realmente querem, elas conseguem! — Foi o que a produtora me disse.

Mas não é bem assim. De fato, desejei estudar, desejei escrever, desejei ser professora. Me sinto grata, rica, realizada em poder fazer tudo o que eu sempre quis. Porém, provavelmente tudo teria sido muito diferente não fosse a estrutura desigual, racista e machista do nosso país.

Para chegar até aqui tive que romper barreiras visíveis e invisíveis. Nesse percurso fui me arrebentando de tal maneira que às vezes tenho a sensação de que sou toda quebrada por dentro. São questões que precisam ser ditas, mas a produção e o Luciano Huck não têm o menor interesse em debatê-las ou enxergá-las.

Concordo que nós negras e negros devemos ocupar espaços, que as nossas vozes devem ir para além da internet, da Academia, e no meu caso, da sala de aula, mas não acho que seja necessário perder de vista os compromissos assumidos: comigo mesma e com aqueles que represento através da minha fala e da minha escrita.

Respeito o trabalho da profissional que entrou em contato comigo. Por isso agradeci imensamente o convite. Por outro lado, não vejo o menor sentido em ser homenageada no dia 8 de Março pelo Luciano Huck, que durante a Copa usou o programa para oferecer brasileiras aos gringos, como se fôssemos mercadoria.

Luana Tolentino é professora e historiadora. É ativista dos Movimentos Negro e Feminista.

 

Idinando Borges
Fevereiro 20, 2016

UPAS – O BOM SONHO QUE VIROU PESADELO!

O vistoso prédio da Upa de Barbacena, construído no terreno destinado ao teatro, não foi inaugurada

O vistoso prédio da Upa de Barbacena, construído no terreno destinado ao teatro, não foi inaugurada

As UPAs  –  Unidades de Pronto Atendimento foram idealizadas  para acolher a população no Governo do Sr. Silva, uma boa iniciativa, em virtude da precária situação  que  Brasil vivenciava desde muito. E, faziam parte da Política Nacional de Urgência e Emergência, lançada pelo Ministério da Saúde em 2003, que estrutura e organiza a rede de urgência e emergência no país, com o objetivo de integrar a atenção às urgências Unidades de Pronto Atendimento (UPA) funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. A ideia era resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame.

A exemplo de outras cidades, a  UPA de Barbacena ficou pronta mas não foi inaugurada!  A pergunta que todos fazem  e querem saber: por quê ?  Simplesmente não há recursos para montar uma equipe para que a unidade possa funcionar. Há inúmeras unidades na mesma situação.

 

A unidade de Iporá em Goiás - na mesma situação de Barbacena

A unidade de Iporá em Goiás – na mesma situação de Barbacena

Em Ponta Grossa no Paraná

A unidade foi inaugurada em dezembro de 2012, mas nunca abriu as portas. Foram gastos  R$2,5 milhões. O vento já arrancou parte da estrutura de acrílico da entrada e ainda não foi trocada.

Em Imperatriz no Maranhão

A Unidade ficou pronta em 2012, mas não foi inaugurada e começa a dar sinais de deterioramento.

 

A upa de Imperatriz - Maranhão

A upa de Imperatriz – Maranhão

 

No Rio de Janeiro

Três unidades vitrine na cidade Maravilhosa as Upas de Copacabana, de Botafogo e no Centro, depois de uma greve em dezembro de 2015, o funcionamento é deficitário – como toda a rede de saúde da cidade.

Depois de perdoar dívidas, emprestar dinheiro para outros países, construir estádios para a Copa do Mundo, o Governo de Dona Dilma e seu banqueiros são os donos do desastre e ainda querem CPMF.

Idinando Borges
Fevereiro 19, 2016

ENTRE CONFISSÕES E AMENIDADES por Áurea Vasconcelos

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A  vida tem coisas, algumas vezes, inexplicáveis… outras, engraçadas… outras ainda, um tanto constrangedoras… e muitas,  até  surpreendentes…

Já me vi diante do computador cheia de dúvidas sobre o que escrever ou como  falar de determinadas situações…É uma sensação próxima da angústia. Não é tão fácil como se pensa! Mas, numa destas noites diante da TV, assistindo um debate entre  jornalistas e escritores, ouvi desabafo  semelhante e minha alma se sentiu um pouco apaziguada pela constatação de que não sou única…Mesmo sabendo  a distância que nos separa mas consciente de que, da mesma forma que eles, trabalho com palavras e seus fascínios…

Com certa freqüência, surpreendo -me  vivenciando um sentimento que posso tranquilamente chamar de inveja. Inveja sem peso de pecado! Como dizem, inveja branca. Simples assim!   Inveja daqueles que, com um olhar especial, retiram do cotidiano  a graça  que confere ao texto uma originalidade cativante.

Como gostaria de fechar os olhos e deixar fluir o pensamento leve, descompromissado com a seriedade, apenas se encantando com as banalidades do dia a dia.  Pensar, por exemplo, naquela jovem ali na esquina, com ares ansiosos de quem espera por alguém.  Por que será que optou por pintar o cabelo de azul? Porque azul é a cor do céu? Do mar? Porque combina com seus olhos? Ou simplesmente porque é sua cor favorita? Pode ser até, para que se sinta diferente neste mundo de tantos iguais… Eu diria,  exotismo para fugir à monotonia.

Ou,  já na peixaria, em busca de salmão, alimento recomendado por ser saudável e rico em Ômega 3. Enquanto aguardo o atendimento, vejo dois peixes grandes expostos à espera de quem os queira. Estão ali, sobre o gelo, imobilizados, aconchegados um ao outro, como dois amantes assustados. Bonitos naturalmente. Recobertos por escamas prateadas, sem nenhuma ostentação. Os olhos arregalados não dão conta de descobrir o que lhes espera e nem tão pouco a dimensão do tempo em que deixarão de ser vedetes em um banquete qualquer.. Suas vidas pertencem aos gourmands e gourmets.  Melancólico? Nem tanto!

Ao regressar, passo pela banca de jornais. Uma linda adolescente se apodera de uma revista que vai folheando  sob o olhar reprovador do proprietário. Vinte reais, ele lhe diz. Ela retruca, um tanto suplicante. “Só quero ler meu horóscopo de hoje. É muito importante. Por favor!” Um rosto lindo e uma vozinha doce lhe renderam a permissão de transgredir. Encontrou o que procurava, devolveu a revista ao seu lugar e saiu com o maior sorriso de felicidade. Tudo por conta das previsões lidas. É  muito provável que conjunções astrológicas tenham conspirado a seu favor…A satisfação deve estar ligada às ilusões do amor… Primeiros tempos de um eterno aprendizado onde com certeza, amor e dor estarão, em alguns momentos partilhando sua vida!…E aí, com um toque mágico, já sem as benesses  dos horóscopos, ela se verá adulta… e para sempre!

Hoje  me senti  parte deste grupo de pessoas comuns que saboreiam a vida tal como ela é. Dela vou colhendo aprendizados, experiências e, se possível, belezas. E é, neste caminho, que encontro o inexplicável, o divertido, o surpreendente. De quando em vez, compartilho!

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Idinando Borges
Fevereiro 19, 2016

Noite de Autógrafos de Nathan Itaborath

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Foi na noite do dia 17 no Iluminati, um bar casa de festa com paredes e teto que retratam histórias, aberturas com criatividade e detalhes de bom gosto nos móveis e nas  peças de decoração de Luiz Eunápio. Choveu; chuva poética para um jovem menino – sonhador!

Emocionado, claro com seu filho, seu primeiro livro intitulado “Devaneios”, editado com o mérito do apoio da Funalfa através da Lei Murilo Mendes de incentivo à cultura.

Um fila de amigos, colegas, familiares, gente de vanguarda e naturalmente da cultura – Ponto de Partida. Nathan é músico e muitos de seus amigos são do meio artístico, sonhadores!

Dinâmico e vencendo a timidez, depois de dezenas de autógrafos com mensagens distintas, ele conversou com o público.  Conversa franca para falar de sonhos, que todos temos e nem sempre compartilhamos. Para ele, foi tudo muito natural, como uma conversa com a mãe e o pai ou mesmo com os amigos; sem normas ou cerimônia, simples e livre. E sintetizou; “eu estou poeta”; “sejam poetas algumas vezes”!

Fez questão de agradecer as irmãs, responsáveis pelas ilustrações – de criança, à mãe, o padrasto e os apoios para a divulgação da obra, que será comercializada na Papelaria Bernadete.

Como não poderia deixar de ser, a festa rolou com o palco aberto – manifestações artísticas, mas o que dominou foi a música.  Quem acompanhou atentamente e registrou tudo em vídeo, foi sua linda musa inspiradora, a doce Ana Clara, que é Castro.

Ao folhear “Devaneios” me identifiquei com:

“seu cheio está ecoando em mim”

“mãe sem palavra faz poesia”

Muito bonito, seu pensar e suas expressões, que podem contribuir para suavizar o nosso cotidiano. Parabéns!

Mostro + no J. Praça Pública ( Convidados)

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Idinando Borges
Fevereiro 17, 2016

História : Bastet – Deusa egípcia

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Bastet, Bast, Ubasti, Ba-en-Aset ou Ailuros (palavra grega para “gato”) é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas. Também tinha o poder sobre os eclipses solares. Quando os gregos chegaram no Egito, eles associaram Bastet com Artemis e ela deixou de ser a deusa do sol para ser a deusa da lua. A deusa está presente no panteão desde a época da II dinastia. Era representada como uma mulher com cabeça de gato, que tinha na mão o instrumento musical sagrado sistro. Algumas vezes, tinha na orelha um grande brinco, bem como um colar e um cesto onde colocava as crias. Também podia ser representada como um simples gato.

Por vezes é confundida como Sekhmet, adquirindo neste caso o aspecto feroz de uma leoa. Certa vez, Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. A deusa, que é representada com cabeça de leoa, executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la com vinho, pela semelhança com sangue, para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana. O seu centro de culto a Bastet estava na cidade de Bubastis, na região oriental do Delta do Nilo. Nos seus templos foram criados gatos que eram considerados como encarnação da deusa e que eram por essa razão tratados da melhor maneira possível. Quando estes animais morriam eram mumificados, sendo enterrados em locais reservados para eles. Os gatos no antigo Egito eram muito reverenciados, em parte devido à sua capacidade de combater os parasitas, como ratos, ratazanas – que ameaçavam o abastecimento de alimentos-chave – e cobras. Gatos da realeza foram, em alguns casos, conhecidos por ser vestidos com joias de ouro e foram autorizados a comer dos pratos de seus donos. No templo de Per-Bast muitos gatos foram encontrados mumificados e enterrados, muitos ao lado de seus donos. Mais de 300 mil gatos mumificados foram descobertos quando templo de Bast em Per-Bast foi escavado. A principal fonte de informações sobre o culto de Bast vem do historiador Heródoto, que visitou Bubastis volta de 450 a.C., durante o auge do culto. Ele equiparou Bastet com a deusa grega Artemis. Ele escreveu extensivamente sobre o culto. Turner e Bateson sugerem que o estado do gato foi aproximadamente equivalente ao da vaca em Índia moderna. A morte de um gato podia deixar uma família em luto grande e aqueles que podiam os teria embalsamado ou enterrados em cemitérios de gato – apontando para a grande prevalência do culto de Bastet. Enterros extensos de restos de gato foram encontrados não só em Bubastis, mas também em Beni Hasan e Saqqara. Em 1888, um fazendeiro descobriu uma trama de muitas centenas de milhares de gatos em Beni Hasan. A leoa representava a deusa da guerra e protetora das duas terras. Como o feroz deus leão Maahes da Núbia mais tarde se tornou parte da mitologia egípcia, durante o tempo do Império Novo, Bastet foi considerada a filha de Amon-Ra, uma divindade ascendente no panteão egípcio durante essa dinastia. Bastet se identificou como sua mãe, no Baixo Egito, perto do delta. Da mesma forma a feroz leoa deusa Sekhmet, identificou-se como a mãe de Maashes no Alto Egito. Como a mãe divina, e mais especialmente como protetor, para o Baixo Egito, Bastet se tornou fortemente associada com Uadjit, a deusa padroeira do Baixo Egito. Ela se tornou Wadjet-Bast, em paralelo com a par similar (Nekhbet) e leoa protetora (Sekhmet) para Alto Egito. Bast lutou com uma cobra do mal chamada Apophis.

 

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Idinando Borges
Fevereiro 16, 2016

CIA ELAS POR ELAS DE CASA NOVA, NA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA.

“A Plataforma dessa Estação é a Vida desse meu Lugar”

 

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A CIA ELAS POR ELAS comemora seus 15 anos de existência em novo endereço na Estação Ferroviária de Barbacena – PLATAFORMA ROTUNDA é o nome da nova sede.

As atividades culturais desenvolvidas pelo grupo nas áreas de teatro e música acontecerão na nova sede e já tem as matrículas abertas para os Cursos de Canto Coral e de Teatro –  que se divide em duas modalidades – Curso Livre e o Curso Preparatório de Atores para o Registro Profissional.

O Curso Livre de Teatro é direcionado ao público em geral a partir de 5 anos de idade e o Curso de Canto Coral a partir de 10 anos.

Em 2015, o SATED – MG (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões) assinou com a Cia Elas Por Elas o convênio para a realização do Curso Preparatório de Atores que encaminha o aluno ao Registro Profissional. “Foi uma grande conquista pra Barbacena a implantação do curso, comenta Cláudia Valle, pois além de oferecer um excelente conteúdo pedagógico, oferece também o conforto do aluno não precisar de sair da cidade. Estamos com duas turmas em formação e os alunos já estão se destacando no palco e na gestão e formação de carreira”.

A Cia Elas Por Elas está preparando um vasto calendário artístico pra esse ano, que acontecerá na PLATAFORMA ROTUNDA –  serão apresentações teatrais, musicais, circenses e também de oficinas em várias modalidades artísticas, conforme informam Margot Valle e Valéria Valle da Produção do Grupo.

A Prefeitura Municipal de Barbacena na pessoa do Prefeito Toninho Andrada e através de seu Secretário Municipal de Governo –  José Francisco Vidigal Silveira e Subsecretário de Cultura – Edson Carlo Brandão Silva convidou o grupo para fixar endereço na Estação Ferroviária, a fim de movimentar e readequar o espaço que se encontra em um momento difícil de conservação, tornando impossível a realização de projetos culturais e gerência do mesmo.

Assim, conforme explicou Cláudia Valle – Diretora do Grupo e do Rotunda – com a chegada da Cia Elas Por Elas que mantém uma agenda sistemática de eventos teatrais e musicais voltados para Barbacena e região, será possível a reforma, conservação, utilização e gerência do espaço público que tem por finalidade abrigar cultura. “Tudo depende agora de muito trabalho, esforço e determinação para que o espaço esteja adequado à utilização e venha ser um novo endereço cultural para nossa cidade, com condições apropriadas”, ressalta Cláudia Valle.

Por fim, Bárbara Kelmer, também animadíssima com a nova sede, destaca – “apostamos nesta ideia e buscaremos parceiros pra esta empreitada que acreditam na arte e nos ajudarão a fazer da PLATAFORMA ROTUNDA um lugar mágico, bonito e estruturado pra receber artistas e o público em geral”.

O Quarteto: Bárbara Kelmer, Marcos Bonato, Cláudia Valle e Margot Valle

O Quarteto: Bárbara Kelmer, Marcos Bonato, Cláudia Valle e Margot Valle

PLATAFORMA ROTUNDA – Estação Ferroviária de Barbacena-MG

MAIORES INFORMAÇÕES e MATRÍCULAS– 32- 3331-6339 – 99136-9612

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Idinando Borges
Fevereiro 14, 2016

DICAS E REGRAS PARA TOMAR VINHOS NA ITÁLIA Por Isabela Discacciati

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Dicas e regras para tomar vinhos na Itália

Vir a Itália e não experimentar os inúmeros tipos de vinhos que o país oferece é um verdadeiro sacrilégio. Mas com tanta opção a gente fica meio perdido e corre o risco de não aproveitar bem a oportunidade. Com algumas dicas e regras para tomar vinhos na Itália fica mais fácil acertar. Quem me ajudou nessa foi a sommelière Jessica Marinzeck, que dá suas dicas de como explorar os vinhos italianos sem dar mancadas.

Em geral, a melhor coisa é pedir vinhos da região onde você se encontra. Não existe melhor sensação que degustar um produto na zona onde ele é produzida. Separamos algumas dúvidas comuns  sobre harmonização para ajudar todo mundo a escolher melhor os vinhos aqui na Itália. Vamos conferir as dicas da Jessica.

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Jessica em ação

 

PIZZA: Afinal, vinho e pizza combinam?

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“Vinho SUPER combina com pizza! Aliás, é um dever pedir vinho com pizza na Itália, e o melhor é pedir o vinho de cada região com a pizza local também, com certeza será uma boa harmonização”

 

FRIOS, SALAMES E EMBUTIDOS

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“No caso dos embutidos, muitos deles possuem bastante sal, então, vinhos com bons taninos podem ser uma boa aposta pra ficar na área de conforto. Mas existem sim exceções, como no caso do Lambrusco com mortadela, combinação bem comum na região da Emília-Romagna”

 

QUEIJO: E vinho branco combina com queijo?

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“Vinho branco, na verdade, combina mais com queijo do que o vinho tinto. Por exemplo, vinhos à base da uva Riesling podem ir bem com queijo parmesão e vinhos brancos doces como um Passito de Pantelleria pode ir bem com queijos azuis, tipo o Gorgonzola.”

 

FRUTOS DO MAR: é mesmo expressamente proibido beber vinho tinto com pratos à base de frutos do mar?

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“No mundo do vinho, nada é expressamente proibido, afinal gosto não se discute. Mas em muitos casos os vinhos tintos podem criar uma desagradável sensação metálica na boca quando harmonizados com frutos do mar. Opte talvez por um vinho rosè ou no caso do salmão, um Pinot Noir pode ir bem”

Bom, agora que ficou tudo mais explicadinho, aproveite as dicas para explorar os vinho italianos, aqui na Itália ou mesmo aí no Brasil. Se tiver mais dúvidas e se interessar pelo mundo dos vinhos, a Jessica Marinzeck escreve sobre o tema no seu blog e tem ainda um canal no youtube muito legal, o Canal do Vinho.

 

Idinando Borges
Fevereiro 13, 2016

DE BARI – ITÁLIA PARA BARBACENA, Gino Calvi foi uma figura única.

A hora do Adeus!

A Homenagem do Borges ao fraterno amigo com a foto de um “Grande Dia”: quando recebeu a Medalha do Mérito Aeronáutico.

No dia em que recebeu o Mérito Aeronáutico com as filhas Marilda e Vanna e o Ten. Brigadeiro Peclat, então Comandante da Epcar

No dia em que recebeu o Mérito Aeronáutico com as filhas Marilda e Vanna e o Ten. Brigadeiro Peclat, então Comandante da Epcar

O sol ainda cobria as montanhas de sua Barbacena, que ele amou, investiu e acreditou na cidade vindo da longínqua  Bari na Itália. Tudo começou na eterna Roma, quando conheceu a saudosa Elge Piacesi em janeiro de 1951.  Na acanhada Barbacena dos anos 50, após residir no Rio de Janeiro, ele foi o pioneiro da conhecida iguaria, tida como italiana, a Pizza. Funcionava no prédio do Cine Theatro Apolo – hoje uma pequena lanchonete com o nome de Bar Pizzaria e Confeitaria.  Lugar colorido e atendimento personalizado, bebidas finas e serviço impecável, ele mesmo no balcão! O espaço ficou pequeno para atender a clientela. Assim, em 1967, ele inaugurou o Gino’s Il Candelabro ao lado de autoridades e amigos.  Seus feitos no ramo da gastronomia  alcançaram o  entretenimento com o Hirondelles – a casa das “baladas”.

Tais empreendimentos o fizeram conhecido  como o “rei da noite”. Gino Calvi foi cônsul Honorário da Itália e ganhou a cidadania brasileira, com o título de Cidadão Honorário de Barbacena, além da comenda do mérito Aeronáutico. Suas histórias são conhecidas e difundidas Brasil afora, pelos ex-alunos da Epcar, que sempre voltam à cidade e fazem questão de visitar o conceituado Restaurante.

Acompanhou a evolução da noite e abriu sua casa para eventos e festas jovens no final dos anos 70, desde que não fosse aos sábados e recebeu todos, indistintamente do meio musical, nos últimos anos assessorados pelas filhas: Vanna Calvi, Marilda Calvi e Barros e o genro, tido como filho, Maurício Barros.

Elegante e lúcido preferiu nos últimos tempos o recolhimento junto  da família.

Minha modesta homenagem ao notável homem do entretenimento e uma figura estimadíssima em Barbacena.

Idinando Borges
Fevereiro 12, 2016

É FIM DE FESTA.. É QUARTA FEIRA… E DE CINZAS!….Por Áurea Vaconcelos

Celebration

O carnaval passou… Deixou saudades?  Para alguns, sim.. para outros, talvez!.. Mas foi muito compensador. O que  realmente ganhou notoriedade foi a alma popular que se jogou nas ruas, com uma invejável energia.. Sem medo de errar,  o que se viu foi muita gente , mas muita gente mesmo. Tanto nas grandes cidades onde isto já tem uma certa tradição, quanto nas médias e pequenas. As aglomerações, em muito maior número que o habitual, se  sucumbiram ao balanço das musicas carnavalescas, não se importando que, muitas vezes, viessem mescladas ao forró, ao sertanejo,  ao funk e mais. Foi uma festa de cores e amores.Tive a sensação do quanto estávamos precisando desta catarse. Colocar para fora o grito de angustia acumulado diante de tão variadas peripécias e durante tanto tempo… A mim, pareceu  que o carnaval 2016 foi uma  oportuna e necessária pausa  para que fosse possível viver a existência  naquilo que ela deveria ter de mais solta e menos amarga. A crítica social e  caricatas personagens que tanto têm afligido o mundo  apareceram numa escala tão ínfima que não  conseguiram  alcançar grande destaque e nem roubar o embalo alegre do povo. No  passado, estas temáticas eram  mais evidentes e eram julgadas como conteúdo quase obrigatório e hilariante. Hoje, perderam este peso. Na verdade, o povo só queria mesmo saber de si, sem maiores interferências.

O  carnaval  deste ano aconteceu como um grande e agradável desafio, fortalecendo o espírito das pessoas, renovando -as para enfrentar  com mais leveza e, quem sabe, mais segurança, a incógnita dos dias que virão. Mais relaxadas, menos tensas. E convictas de que a força de persuasão ainda não nos foi roubada!!!!

 

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