Idinando Borges
agosto 28, 2018

Barbacena participa da campanha da Conscientização da Fibrose Cística.

 

40021526_1920631898005499_6763403477684060160_nSetembro é o Mês Nacional da Conscientização da Fibrose Cística. Conhecida como doença do beijo salgado. A fibrose cística é uma doença genética e sem cura, mas que, se diagnosticada cedo o paciente recebe o tratamento e adequado conseguindo ter qualidade de vida. O movimento do Setembro Roxo em Barbacena nasceu da iniciativa da @Minadefibra. No sábado, 1º de setembro, das 9h às 13, vai acontecer um evento de conscientização com apoio  da Vereadora Vânia Castro, da Unimed, da Unipac, Formassis e Hospital Ibiapaba

A jovem Danielle, de 22 anos e portadora de Fibrose Cística. Hoje ela encontra-se em são Paulo, na fila para o transplante de pulmões. Danielle foi diagnosticada ainda pequena e este fato contribuiu para que tivesse uma qualidade de vida até que, ao ingressar na faculdade, a doença agravou e ela precisou interromper seus sonhos, mas somente por um momento.

Hoje a mina de Fibra quer contribuir para a conscientização dos pais sobre a importância do diagnóstico precoce e o tratamento adequado da doença, pois aumentam a sobrevida, previnem as internações e/ou outras morbidades, proporcionando melhor qualidade de vida ao paciente. Ela sabe que a falta ou incorreção no tratamento pode agravar a doença, tanto nos aspectos respiratórios quanto digestivos, debilitando a pessoa e exigindo cuidados cada vez mais complexos e onerosos, tais como transplante de pulmão e gastrostomia. O Setembro Roxo de Barbacena, convida você a participar desse sonho e aumentar a consciência das pessoas para esse importante assunto.

 

Idinando Borges
agosto 26, 2018

Exposição Museu de Sant`Ana – Tiradentes O “A MENINA DE ANA”

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Mostra exalta a figura de Maria ainda criança em imagens nas quais aparece ao lado de sua mãe, Sant`Ana. De 25  de agosto a 15 de outubro, no Museu de Sant’Ana,
Para comemorar seus quatro anos de abertura, o Museu de Sant`Ana, que abriga 300 imagens da mãe de Maria e avó de Jesus, inaugura a exposição “A Menina de Ana”. São imagens de Sant`Ana, acompanhada da pequena Maria. O objetivo da mostra é trazer os olhares do público para essa criança, filha de São Joaquim e Sant’Ana, antes de se tornar a Nossa Senhora, a Virgem Maria, esposa de São José, a escolhida para conceber o filho, Jesus, pela ação do Espírito Santo. Pedro Pederneiras foi convidado a iluminar a menina de Ana. “A ideia surgiu justamente porque temos pouca oportunidade de prestar atenção na figura da criança que viria a se tornar a mãe de Jesus”, explica Angela Gutierrez, curadora da exposição e presidente do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, gestor do Museu de Sant`Ana. A exposição “A Menina de Ana” será aberta no dia 25 de agosto, seguindo até o dia 15 de outubro, com entrada gratuita. A mostra tem o patrocínio do Bradesco e faz parte das celebrações dos 20 anos do Instituto Cultural Flávio Gutierrez
 
A obra que abre a exposição mostra a família – Sant`Ana Mestra com a Menina Maria e São Joaquim-, em madeira esculpida, datada do século XIX. A maioria das peças sacras que compõe a mostra são de autores desconhecidos, salvo uma, que é atribuída ao Mestre Piranga, um dos mais importantes artistas do Barroco brasileiro. A obra é em madeira esculpida, com base em terracota, com policromia e doutoramento, datada do século XVIII.
 
As imagens são dos séculos XVIII e XIX e integram coleções particulares, gentilmente cedidas para a exposição, sendo que algumas fazem parte do acervo permanente do Museu de Sant’Ana. As obras são originárias de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Portugal. Outro detalhe da exposição, é que cada uma das imagens vem acompanhada de um texto, seja em forma de oração, passagem bíblica, hino litúrgico ou ladainha. Todos com a intenção de levar o público a celebrar, exaltar e pedir proteção a Santa Maria, a Senhora de todos nós, a Virgem, a Mãe Imaculada, a Gloriosa, a Bendita, a Rainha de Clemência, a Mãe da graça, a Mãe de Deus e Santíssima. São muitos os adjetivos que recebeu a pequena, jovem, adulta e eterna Maria ao longo dos séculos e grande parte está nos textos da exposição. Destaque para a mais antiga oração atribuída a Maria, chamada “À Vossa Proteção”, do Ano 250 D.C, que acompanha a imagem de Sant`Ana Guia, vinda da Bahia, esculpida em madeira, no Século XIX e que diz: “À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!”.
Para manutenção de suas atividades, o Museu de Sant’Ana conta com o Patrocínio do Instituto CCR e com os benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A obra e implantação do Museu de Sant’Ana foram viabilizadas por meio do apoio financeiro do BNDES e das parcerias com o IPHAN, IEPHA, Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade e UFMG (Campus Cultural).
 
Serviço:
 
Exposição “A Menina de Ana”
 
Data/horário: 25 de agosto a 15 de outubro – visitação de quarta a domingo, 10h às 19h, entrada gratuita
 
Local: Museu de Sant’Ana – Rua Direita, 93 (entrada pela Rua da Cadeia), Centro, Tiradentes (MG).
 
Informações: www.museudesantana.org.br / Telefone: (32) 3355-2798
 
Informações para a imprensa
 
Luz Comunicação – Jozane Faleiro
 
jozane@luzcomunicacao.com.br – 31 992046367 – 31 35676714
Idinando Borges
agosto 20, 2018

GASTRÔ Sua majestade, Tiradentes por Daniel Oliveira, O Tempo

Quando surgiu, há mais de 20 anos, o Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes tinha um perfil fortemente internacional, com interesse em chefs franceses e italianos, buscando criar algo inovador na época. A partir do momento em que passou a fazer parte da plataforma Fartura – Comidas do Brasil, em 2012, porém, o evento foi se “abrasileirando” cada vez mais. E essa nacionalização atinge seu clímax em 2018, quando o evento celebra os 300 anos de Tiradentes, voltando seu foco para a culinária e a história da cidade, localizada na região do Campo das Vertentes.

“Queremos mostrar as transformações na região: o que era a cozinha em Tiradentes há 300 anos e o que ela é hoje”, sintetiza a curadora Luiza Fecarotta. Para isso, a 21ª edição do evento – que começa no dia 24 e vai até 2 de setembro, com uma intensa programação  – também coloca sob os holofotes não só a típica gastronomia mineira local, mas a maneira como Tiradentes mistura seu caráter fortemente campesino, rural e familiar com os vários turistas e imigrantes nacionais e internacionais que aportaram por ali durante seus três séculos de vida, digerindo e reprocessando essas influências – da Itália à Tailândia, da França ao Pará – de forma única e saborosa.

Essa investigação vai desde uma aula com Edson Cardoso, que produz queijo de cabra em seu Rancho das Vertentes, em Barbacena, até uma aula-degustação com Eduardo Girão, resgatando a história dos queijos da região do Campo das Vertentes, do século XVIII aos dias atuais.

Passa pela chef Valéria Parôco, descendente de italianos que fabrica massas artesanais com o queijo feito por seu tio, no restaurante da Filó, em São João del Rei. O evento revela também as receitas dos biscoitos Mineirisse, típicos da cidade de São Tiago, e da melhor broa mineira que Luiza Fecarotta afirma ter comido na vida, feita pela chef Mariana Oliveira, do restaurante Roça Grande, na capital.

E apresenta personagens como Osvaldo Filho, que saiu da roça para estudar, voltou com sua expertise e transformou o queijo d’Alagoa em uma sensação na internet.

Acima de tudo, a curadora afirma que esta edição quis fortalecer a presença de chefs mineiros. O Estado vai estar representado de norte a sul, inclusive com nomes que nasceram aqui e fugiram do ninho. “Desejamos entender como mineiros carregam Minas para fora de Minas”, brinca Luiza. Como exemplo, ela cita o chef Thiago Cerqueira, que saiu daqui, estudou em Paris e acabou de assumir o restaurante Loup, em São Paulo. “É uma tentativa de compreender como a França encontra Minas nesse caminho”, argumenta. (com Aline Gonçalves)

Festins estão de volta a pedido do público

A mistura de Minas com França vai estar presente ainda em dois festins – que retornam à programação a pedido do público, após uma ausência de três anos. “Eles criam uma relação diferente com a comida. Uma coisa é andar, comer e interagir com um chef. Outra é sentar à mesa e degustar uma sequência de pratos”, avalia a curadora. Num deles, o renomado Ivo Faria vai dividir a cozinha com a premiada chef francesa Charlène Estevao; e, no outro, Léo Paixão, mais um mineiro que estudou em Paris, vai explorar a culinária portuguesa com o chef Luís Espadana, da Tasca da Esquina, um dos maiores restaurantes lusitanos do Brasil.

“O Fartura está estreitando nossos laços com Portugal. Estivemos lá com uma expedição do festival neste ano e vamos fazer uma ação com chefs brasileiros residentes no país”, conta Luiza.

Nos outros dois festins da programação, o festival decidiu homenagear as culinárias do Ceará e do Pará – que, segundo a curadora, contam com governos fortemente ativos no desenvolvimento da gastronomia de seus Estados. No primeiro, Léo Gonçalves, chef do restaurante O Mar Menino de Fortaleza, vai fazer uma dobradinha com Ronie Peterson, do Senac-MG, para apresentar o que ele chama de “cozinha DOC – Denominação de Origem Cearense”. “É um movimento que tenta identificar os pilares da culinária do Ceará, que sofreu tantos êxodos e rodou tanta gente”, explica Luiza.

Já o paraense Saulo Jennings, chef da Casa do Saulo, em Santarém, vai mostrar o que é a “cozinha tapajônica”, com ajuda de Flávio Trombino, do restaurante Xapuri. “A Amazônia é um mundo, presente em nove países, e falam da culinária amazônica como se ela fosse uma coisa só. O Saulo desenvolveu um estudo sobre a gastronomia da região de Tapajó, com a manteiguinha santarense, a chicória do Pará e os modos locais de preparo”, descreve a curadora.(DO)

Apoio: www.pousadamaedagua.com.br

Idinando Borges
agosto 11, 2018

Feliz Aniversário, Barbacena. Por Áurea Vasconcelos Grossi

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Cidade que me viu nascer! Cidade onde viveu toda minha numerosa ancestralidade! Cidade que acolheu meu pai como se filho fosse! Motivos não me faltam para engalanar os ares a fim de que esta data não passe em brancas nuvens… Mesmo porque, além destas razões ligadas à genética, existem aquelas outras, fortes e indomáveis, decorrentes de um amor construído, enraizado, incrustado no coração… um amor que transcende ao encantamento… à decepção… à esperança… à paciência… ao lamento diante do irrenovável… à vontade de afastar o joio para admirar o puro trigo… um amor que pontua entre a estagnação e a renovação… sabe? São aquelas razões que nos levam a crer no solo natal como o melhor lugar do mundo!!!!!! Não há “dia do fico” nesta história pessoal… a própria vida assim já o determinou!!!

Diante de tamanha devoção, o que lhe desejar?!!

Feliz aniversário Barbacena! Que a trajetória histórica iniciada em 14 de agosto de 1791, ao ser elevada à categoria de Vila justamente por se encontrar geograficamente bem localizada, tornando-se merecedora de todas as prerrogativas que este título lhe conferiu, jamais seja esquecida ou maculada a ponto de não mais fazer jus aos atributos de “mui nobre e leal”!

Feliz aniversário Barbacena! Que sua presença vanguardista nos idos de 1821, representando importante papel na luta por nossa independência tão logo concretizada, possa nos garantir a tranquilidade que hoje sonhamos de que, com a mesma garra, saberá se defender de tudo e todos que queiram burlar a liberdade, a ordem e o progresso de nossa sociedade!

Feliz aniversário Barbacena! Que a lembrança de grandes nomes que aqui nasceram ou aqui escolheram para viver, contribuindo de forma digna e honrosa para o seu desenvolvimento político, social, econômico e cultural, seja o farol guardião da ética e dos valores a guiar todos os responsáveis por nossos destinos na atualidade!

Feliz aniversário Barbacena! Que a responsabilidade em trazer consigo o legado da fé e das tradições não se esmoreça jamais.  A elas estão atrelados os compromissos com a moralidade, com a verdade e com os apelos humanitários multifacetados sobretudo, aos destinados a uma juventude prestes a enfrentar o futuro!

Feliz aniversário Barbacena! Que a beleza dos verdes campos que lhe rodeiam, acompanhando as formas sinuosas da Mantiqueira que lhe serve de berço, agasalhada por um límpido e inigualável céu azul, continue cativando forasteiros que aqui cheguem, deixando-os inebriados como o foram Emerick Marcier ou Georges Bernanos, ao retratar sua beleza para o mundo através de pincéis e palavras!

Feliz aniversário Barbacena! Que ao se enfeitar essencialmente com um dos mais belos poentes já vistos e se perfumar com o aroma de suas rosas possa, através das cores, atrair um novo olhar para si, perpetuando-as em nossas praças e ruas como partes de um cuidadoso, inteligente e modelar paisagismo urbano!

Feliz aniversário Barbacena! Uma cidade lendária, querida por sua gente que, numa incontida emoção, deseja celebrar esta data, apoiados em uma mágica visão de mundo, entendendo que reconhecer o que tem sido feito, despertar desafios, reencontrar alegrias, apregoar a voz que convoca para coisas boas, estimular a atenção para metas especiais, para grandes possibilidades, serão, sem dúvidas, as melhores e mais sinceras homenagens que lhe podem ser prestadas!

Feliz aniversário, Barbacena!

Sonhe e realize!

Sempre isenta, fiel e abençoada!