Idinando Borges
agosto 28, 2017

GLÓRIA EVENTOS NA AMAN

 

AMAN - Espadim 2017 068

O Capitão Sérgio Silva Junior, do GOFE, Natália e a empresária Maria da Glória Pereira

 

9

Alaís, Cad. Jean Gabriel Souza Melo( Barbacena) e Jair Manoel Melo

 

 

 

 

 

 

10

Marina Portes, Cad. Matheus Jabrazi (Barbacena), Marcilia e Marloney Jabrazi

 

 

A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) realizou mais um grande evento no seu calendário, a entrega do Espadim – 2017 com a denominação de “Turma 150 anos da Campanha da Tríplice Aliança”. Participaram do evento 465 cadetes de todo o Brasil e também de cinco nações amigas: Senegal, Moçambique, Guiné Bissau, Camarões e Guatemala. A cerimônia marca a graduação dos novos militares. O espadim é uma réplica da espada usada por Duque de Caxias e considerado símbolo da honra militar. À frente do comando da AMAN, atua o General Costa Neves.

O Baile – É organizado pelo GOFE – Grêmio Orientador da Festa do Espadim, (como se fosse uma comissão de formatura) – presidido pelo Cadete Vicente, cujo oficial Orientador  foi o Capitão Sérgio Silva Junior. Pelo sétimo ano consecutivo a empresa responsável pelo evento foi a Glória Eventos, uma empresa de credibilidade na cidade, região e nas escolas militares. À frente do planejamento e da execução a empresária Maria da Glória Pereira, uma equipe competente e parceiros de credibilidade. Entre as empresas convidadas: Decoração: Decorações e Festas By Richard Viol, Iluminação: Formassis, Serviço:  o bem avaliado Buffet Parthenon.

Em ambientes distintos, nos dois salões (ranchos) e no espaço conhecido como “Entre Ranchos”, repaginados com cortinados, carpetes, adereços e decoração, 3.300 convidados confraternizaram-se e festejaram os jovens cadetes. Um elenco de 600 profissionais atuou nos bastidores e nos salões.

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Idinando Borges
agosto 24, 2017

José Bonifácio de Andrada e Silva é precursor do Direito Ambiental

Por Vladimir Passos de Freitas

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José Bonifácio de Andrada e Silva nasceu em Santos (SP), em 1763, e morreu em Niterói (RJ), em 1838. Em 1783, com 20 anos de idade, foi estudar na Universidade de Coimbra, como tantos outros brasileiros, já que Portugal, ao contrário da Espanha nas suas colônias na América, não promovia a abertura de universidades em nosso território.

Em Portugal, José Bonifácio entrou no círculo de influência do italiano Domênico Vandelli, que, formado em Filosofia na Universidade de Pádua, “foi convidado pelo Marquês de Pombal (1699-1782), para integrar o corpo docente que iria leccionar matérias científicas no Real Colégio dos Nobres”[i].

Vandelli ocupou cargos públicos relevantes, escreveu diversas obras, especializou-se em História Natural e Botânica e acabou tendo grande influência sobre brasileiros que iam estudar em Portugal, entre outros, Baltasar da Silva Lisboa, que em 1797 foi nomeado “juiz conservador das Matas de Ilhéus”.

José Bonifácio viveu em Portugal por 36 anos, retornando ao Brasil somente em 1819. Durante esses anos tornou-se um dos homens mais cultos e respeitados na pátria mãe, tendo estendido seus estudos a outros países, como França, Itália, Alemanha, Dinamarca e Suécia. Mas sua evolução não foi apenas teórica. Ocupou diversos cargos públicos de realce, como superintendente do rio Mondego e Obras Públicas de Coimbra.

E assim, com ampla cultura e experiência de vida, ao retornar ao Brasil acabou tendo grande participação em nossa Independência, não só induzindo Dom Pedro a negar-se a voltar a Portugal (Dia do Fico), como exercendo enorme influência na preservação da unidade territorial do Brasil.

Durante sua vida, soube adequar sua visão de estadista à sensibilidade, já que foi também poeta. Lutou contra a escravatura e, como regente de Dom Pedro II, isto custou-lhe a perda do cargo. Precursor da reforma agrária, ele defendia “reformas na legislação e no uso da propriedade da terra, de forma a reduzir os latifúndios e incentivar a pequena e média propriedades”.[ii]

Mas, se todas as facetas de José Bonifácio são estudadas e conhecidas, uma há que foi praticamente ignorada, qual seja, a sua preocupação com a preservação da natureza. É possível afirmar-se que ele foi o primeiro ambientalista brasileiro, muito embora no seu tempo esta palavra não fosse conhecida. Coube a José Augusto Pádua, na obra Um Sopro de Destruição[iii], trazer ao conhecimento público esta faceta do “Patriarca da Independência”. Vejamos.

A Constituição do Brasil condiciona o desenvolvimento à proteção do meio ambiente (art. 170, VI). Pois bem, no início do século XIX José Bonifácio insurgia-se contra a forma predatória da pesca das baleias, onde “a quantidade pescada era pequena, mas a qualidade dos métodos empregados era tão destrutiva que o recurso estava sendo dizimado antes mesmo de ser bem aproveitado”,[iv] inclusive com a morte de filhotes para arpoarem a mãe com mais facilidade. Estava ele, na verdade, a pregar o desenvolvimento sustentável.

Ao criticar a destruição de florestas no Brasil em 1823, ele profetizou que o mesmo poderia ocorrer com esse rico território tropical, que em menos de dois séculos se converteria nos “páramos e desertos áridos da Líbia”.[v] Ora, o que ele se referia é ao que hoje se chama de desertificação e que, no Brasil, já é um problema no estado do Rio Grande do Sul, onde, no Alegrete e cidades vizinhas, o fenômeno ocorre por força de problemas climáticos aliados a uma agricultura mal conduzida.[vi]

Sabedor das dificuldades de proteger os recursos naturais em uma administração pública fragmentada em diversas repartições, propunha naqueles tempos “criar uma Direção Geral de Economia Política, que teria a seu cargo as obras públicas, minas, bosques, agricultura e fábricas”.[vii] Em outras palavras, um Ministério do Meio Ambiente, medida que só se concretizou em 1989.

Após a Constituição de 1988, onde o artigo 225 dispôs que todos são responsáveis pela preservação do meio ambiente, para as presentes e futuras gerações, a preocupação com os nossos descendentes entrou na agenda. Todavia, há quase 200 anos José Bonifácio já revelava tal preocupação, ao afirmar:

Destruir matos virgens, nos quais a natureza nos ofertou com mão pródiga as melhores e mais preciosas madeiras do mundo, além de muitos outros frutos dignos de particular estimação, e sem causa, como até agora se tem praticado no Brasil, é extravagância insofrível, crime horrendo e grande insulto feito à mesma natureza. Que defesa produziremos no tribunal da Razão, quando os nossos netos nos acusarem de fatos tão culposos?[viii]

Não lhe passou despercebida a necessidade de conciliar a proteção da natureza com a questão social e do trabalho, aquilo que agora se convencionou chamar de socioambientalismo. Por isso afirmou: “É preciso preferir o gênero de cultura que mais aumenta a anual produção e ocupa maior número de braços. Deve-se evitar o mais que possível o gênero de cultura que deteriora a qualidade do clima”.[ix]

Insurgia-se o naturalista com a agricultura nas encostas e as práticas das queimadas, bem como com a prática de plantar-se ao longo de rios e córregos. Todas essas ações são atualmente proibidas pelo Código Florestal.

Os índios também faziam parte de suas preocupações, registrando que o tratamento daqueles povos “merece toda a nossa atenção, para que não ajuntemos, ao tráfico vergonhoso e desumano dos desgraçados filhos da África, o ainda mais horrível dos infelizes índios de que usurpamos a terra, e que são livres não só conforme à razão, mas também pelas leis”.[x]

A chamada “teia da vida”, exposta com brilho por Fritjof Capra na obra “As conexões Ocultas”, já fazia parte das preocupações do “Patriarca da Independência”. Suas palavras a respeito são precisas:

Se os canais de rega e navegação aviventam o comércio e a lavoura, não pode havê-los sem rios, não pode haver rios sem fontes, não há fontes sem chuva e orvalhos, não há chuvas e orvalhos sem umidade, e não há umidade sem matas… Assim tudo é ligado na imensa cadeia do Universo…” [xi]

Eis aí as conexões de José Bonifácio com o meio ambiente, impressionantes para a época em que foram editadas. Registre-se que ele, apesar de pouco lembrado pelos brasileiros nas últimas décadas, foi homenageado pelos americanos, com a colocação de sua estátua no Bryant Park, na cidade de Nova York.(foto)

Sua visão de estadista, seu sonho de criar uma nação multicultural – ideia hoje tão propagada – e sua percepção dos problemas ambientais, devem ficar na nossa memória, servirem-nos de exemplos e serem transmitidas às novas gerações.

Idinando Borges
agosto 12, 2017

A intensidade de Leonilson

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Vida e obra do cearense José Leonilson estarão expostas na mostra “Leonilson: arquivo e memória vivos”, no Espaço Cultural Unifor. A abertura para convidados acontece nesta terça (14)

 A exposição “Leonilson: arquivo e memória vivos” será aberta na próxima terça (14), às 19h, no Espaço Cultural da Universidade de Fortaleza (Unifor). A mostra, reunindo cerca de 120 trabalhos artísticos assinados pelo cearense José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993), permanecerá em cartaz de 15 de março a 9 de julho deste ano, de terça a sexta, de 9h às 19h, e aos sábados e domingos, de 10h às 18h. A visitação é aberta ao público.
Leia mais.A Fortaleza de um espírito nômade 

.A obra como um diário do artista 

.As voltas para o berço 

Em paralelo, a exposição Coleção Airton Queiroz segue em cartaz, também até 9 de julho. Organizada pelo Projeto Leonilson e Fundação Edson Queiroz, “Leonilson: arquivo e memória vivos” tem um caráter retrospectivo. A mostra inclui obras inéditas do artista cearense, outras que há muito tempo não eram expostas, pontuando os 60 anos do nascimento de Leonilson (1º de março de 1957) e os 24 anos de pesquisa sobre a obra, articulada pelo Projeto Leonilson (presidido por uma de suas irmãs, Ana Lenice Dias). Ricardo Resende, também consultor do projeto, assina a curadoria.

Resende, atualmente, é curador do Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, desde 2014. Antes, ele passou pela direção de espaços como o Centro Cultural São Paulo e, aqui no Ceará, pela gestão (2005-2007) do Museu de Arte Contemporânea do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema).

A abertura da exposição, além de disponibilizar as 120 obras para apreciação do público fortalezense, antecede um marco da carreira de Leonilson: o lançamento, no próximo mês de maio, na própria mostra, do Catálogo Raisonné (um catálogo com a lista completa das obras de um artista). É o primeiro trabalho, deste perfil, envolvendo um artista contemporâneo brasileiro.

Segundo o curador Ricardo Resende, o material, atualmente em fase de revisão e diagramação, seguirá para a gráfica em abril. A Fundação Edson Queiroz patrocina o catálogo. A publicação contará com 1 mil páginas, divididas em três livros, incluindo 3,5 mil registros catalográficos. Uma edição que emulará um “museu pessoal” das obras de Leonilson.

Além de celebrar a intensa produção do artista contemporâneo cearense, o Espaço Cultural da Unifor inaugura a ampliação de seu espaço expositivo, reformado com um acréscimo de 539 metros quadrados e conciliando a nova exposição e a mostra da Coleção Airton Queiroz.

Brevidade

O curador Ricardo Resende frisa que a carreira de Leonilson, morto aos 36 anos de idade, não foi tão longa, mas sua produção é intensa. “O primeiro trabalho exposto aqui é de 1971. Ele falece em 93, mas a produção dele mais consistente é do final dos anos de 1970 e início dos 80, quando o Leonílson monta seu primeiro ateliê. É um recorte de 13 anos só (1980-1993), um período muito curto em que ele ‘se assumiu’ como artista”, observa Resende.

“Leonilson: arquivo e memória vivos” faz uma retrospectiva começando da obra mais antiga, que se tem conhecimento, feita por Leonilson, à fase derradeira de sua vida. Em seus últimos anos vivo, ele contraiu o vírus HIV, tornou-se soropositivo e sentiu a doença, de tal forma, que sua arte passou a refletir o quanto perecia, à medida que a enfermidade tomava conta de seu organismo.

Sua obra mais antiga estará exposta na Unifor, “O Peixe”, de 1971. “Ele fez essa pintura com 14 anos de idade. A gente tinha pesquisado e descoberto um bordado de 1972. Mas quando começamos a pesquisar de novo, vimos que esse é o trabalho mais antigo do qual tivemos conhecimento da obra dele”, situa Ricardo Resende.

O curador coloca que, “provavelmente, é um trabalho que ele fez, ainda na formação do colégio ginasial, em alguma disciplina de educação artística. Sou contemporâneo do Leonilson, e lembro das aulas de educação artística, em que desenvolvíamos essa técnica mesmo, de pontilhismo”, recorda Resende, descrevendo o processo da obra.

Seleção

Para a mostra, a curadoria indicou obras do acervo de instituições espalhadas pelo Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Fortaleza (CE), a exemplo das coleções da própria Fundação Edson Queiroz e do Museu de Arte Contemporânea do Dragão do Mar. A seleção foi feita, também, junto a coleções privadas.

Particularmente, Ricardo Resende destaca obras como a pintura “O Peão”, de 1987, e a escultura do vulcão “Boa Viagem”, de 1986 (esta produzida para a exposição fortalezense “Esculturas Efêmeras”). A pintura trata-se da figura de um homem mergulhando em um poço sem fundo, com a superfície da tela em azul e evocando a profundidade e o apelo visceral que permeia toda a obra de Leonilson.

Mais informações:

Exposição “Leonilson: arquivo e memória vivos”. Abertura na próxima terça (14), às 19h, no Espaço Cultural da Unifor (Av. Washington Soares, 1321, Édson Queiroz). Visitação: de 15 de março a 9 de julho deste ano, de terça a sexta, de 9h às 19h, e aos sábados e domingos, de 10h às 18h. Aberta ao público. Contato: (85) 3477.3319

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Pintura presente na mostra: caráter autobiográfico foi marca de Leonilson ( Foto: Ronaldo Miranda )

00:00 · 11.03.2017 por Felipe Gurgel – Repórter
Idinando Borges
agosto 10, 2017

Prefeito concede entrevistas a emissoras de rádio locais

luiz_alvaro_ok_okO prefeito de Barbacena, Luis Álvaro, concedeu, na última semana e nesta terça-feira (8), entrevistas às rádios Sucesso FM e 93 FM/Correio da Serra AM, onde abordou uma série de questões relativas ao Município. O Chefe do Executivo também aproveitou a oportunidade para tirar dúvidas dos ouvintes. “É muito importante esse contato com a população para trazer as informações das ações da Prefeitura”, destacou. 

Durante as entrevistas, ambas com duração aproximada de uma hora, o prefeito apresentou um balanço dos primeiros meses de governo e planos para os próximos períodos da gestão. “No primeiro semestre”, disse, “fizemos um estudo intenso para a redução dos gastos no nosso orçamento para poder implementar ações de grande relevância e trazer um resultado positivo”. Entre as ações citadas, o prefeito destacou a redução de gastos com pessoal, de aproximadamente R$ 1 milhão por mês, revertidos em diversas atividades e pagamento salarial em dia.

Luis Álvaro também falou sobre os planos para implantar um modelo diferenciado de administração na Prefeitura, focado em metas e resultados,  com planejamento, e os investimentos que serão realizados nos vários setores graças à economia de recursos, com melhorias na infraestrutura urbana e rural, aquisição de equipamentos, entre outros. Já agora em agosto, no próximo sábado (12), serão apresentados cinco novos caminhões, adquiridos com recursos próprios, para serem utilizados em diversas atividades. Além disso, a Prefeitura finalizou processo licitatório para aquisição de mais cinco, que serão utilizados na coleta do lixo urbano, uma vez que essa atividade passará a ser exercida, por administração direta, pelo Município.

O prefeito abordou ainda a questão do rotativo, que será administrado diretamente pela Prefeitura, e também da Festa das Rosas, que está sendo resgatada pelo governo municipal. Outro ponto abordado durante as entrevistas foi a questão da nomeação dos novos servidores concursados. Nesta semana, o prefeito Luis Álvaro deu posse a mais 190 aprovados no último concurso, em solenidade no Auditório da Faculdade de Medicina.

Idinando Borges
agosto 7, 2017

Prefeitura anuncia Processo Seletivo para estacionamento rotativo

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Inscrições serão realizadas de 8 a 18 de agosto

A Prefeitura de Barbacena irá realizar Processo Seletivo para o provimento de 30 vagas temporárias para prestação de serviço no estacionamento rotativo do município, com salário R$ 937,00, conforme publicação no Diário Oficial Eletrônico do Município (e-DOB) na última sexta-feira (4). O certame será realizado sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão e da Subsecretaria de Recursos Humanos, com a participação das demais Secretarias do município, sob a supervisão da Comissão Especial para Supervisionar e Acompanhar a Realização do Processo Seletivo.

A realização do Processo Seletivo seguirá as datas e prazos previstos de acordo com o cronograma divulgado pela Prefeitura. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site www.barbacena.mg.gov.br, no período de 8 a 18 de agosto de 2017. Não haverá cobrança de taxa para inscrições. Os locais das provas serão divulgados em 19 de agosto. As provas serão aplicadas em 20 de agosto de 2017, às 10h. O gabarito preliminar será divulgado no dia 21 de agosto e no dia 24 de agosto o gabarito definitivo, sendo ambos no site da Prefeitura.

O cronograma é uma previsão e poderá sofrer alterações, dependendo do número de inscritos, de recursos, intempéries e por decisão da Comissão Especial para Supervisionar e Acompanhar a Realização do Processo Seletivo, sendo de responsabilidade do candidato acompanhar suas alterações. No dia 29 de agosto, será divulgada a classificação final e, em 30 de agosto, acontece a homologação do resultado final.

Para os candidatos que não possuem acesso à rede mundial de computadores, a Prefeitura de Barbacena disponibilizará local para a realização da inscrição no seguinte endereço: Rua Monsenhor Silvestre de Castro, 275, no bairro Funcionários, com atendimento das 12h às 18h, nas datas conforme cronograma.

Para efetivar a sua inscrição, o candidato deverá seguir os seguintes passos: acessar o site www.barbacena.mg.gov.br, clicar em “concursos e seletivos”, em seguida em “inscrições abertas”, clicar em “Município de Barbacena”, na sequência escolher Edital 001/2017 Processo Seletivo, e clicar em “Edital Completo”.

O Processo Seletivo se desenvolverá em uma etapa de caráter eliminatório e classificatório, com a aplicação de prova escrita, que constará do exame de habilidades e de conhecimentos aferidos através de questões objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, com duração de até 2 horas, e de uma segunda etapa com realização de teste físico.

A contratação dos candidatos aprovados atenderá a necessidade da Prefeitura, respeitada a ordem de classificação, podendo ser chamados mais candidatos aprovados, se houver necessidade para o serviço público, no decorrer da validade do processo seletivo, que é de 2 anos, contados da publicação do Decreto de homologação do resultado final, prorrogável uma vez, por igual período, a critério da Administração Municipal de Barbacena.

Os aprovados no Processo Seletivo serão lotados na Subsecretaria de Trânsito e Mobilidade Urbana (Sutram), com atribuição de implantar, manter e operacionalizar o sistema de estacionamento rotativo pago nas vias públicas, lançar aviso aos usuários do sistema que o tempo permitido de estacionamento foi ultrapassado; alertar sobre as implicações legais da irregularidade cometida pelo usuário e monitorar o cumprimento das regras do sistema notificando os motoristas que os desrespeitam e dando os prazos normais para regularização. A carga horária será de 40 horas semanais, sendo que o exercício do cargo poderá exigir a prestação de serviços à noite, aos sábados, domingos e feriados.

Idinando Borges
agosto 4, 2017

Barbacena integra livro que homenageia a cidade Texto de apresentação é assinado pelo secretário Angelo Oswaldo

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A Editora C/Arte, a convite do autor Doorgal Gustavo Borges de Andrada, idealizador da pesquisa e livro sobre o registro fotográfico e história da cidade de Barbacena, edita o livro Barbacena Ontem e Hoje. A obra apresenta um completo registro fotográfico, comparando imagens antigas com atuais, e traz texto inédito de apresentação do estudioso e atual Secretário de Estado de Cultura Angelo Oswaldo Araujo Santos. O livro tem como colaboradores Idinando Borges e Jorge Arnaldo Nascimento, e registro atual dos fotógrafos, Cyro Soares, Paulo Lima, Wagner Rocha de Oliveira e Victor Valério. O lançamento acontece no dia 4, às 20h, no Clube dos Oficiais de Barbacena, Minas Gerais.

Consta na publicação uma completa cronologia histórica sobre a cidade, elementos que elegem o livro como uma das mais completas referências bibliográficas sobre Barbacena na atualidade. Informações sistematizadas para o conhecimento de todos os moradores do município, e fundamental material para a divulgação de Barbacena no cenário nacional.

“O livro Barbacena Ontem e Hoje faz um paralelo entre as imagens antigas da cidade com as tomadas fotográficas atuais. Os mesmos locais, antes e como ficou hoje. É também uma forma de homenagear aos fotógrafos profissionais, amadores e aos que anonimamente fizeram estes registros, do final do século XIX à primeira metade do século XX”, como registra em seu texto Doorgal Andrada.

No livro, o Secretário Angelo Oswaldo homenageia poeticamente Barbacena, como neste trecho: “Carlos Drummond de Andrade fixou, definitivamente, a imagem de um doloroso retrato na parede. O poema é sempre lembrado quando se veem fotografias antigas de uma cidade. No entanto, ao contrário do que por vezes se insinua, não há no verso uma rejeição à cidade fotografada, senão o mais profundo e apaixonado sentimento de saudade. É essa sensação de amor e nostalgia, de afeto e carência, que estremece o espectador das velhas fotos de Barbacena, reunidas em notável conjunto que abrange meio século, do primeiro ano da República até meados de Estado Novo instaurado em 1937”.

FONTE: Cultura.mg.gov.br