Idinando Borges
julho 13, 2019

Luciano Sfredo e sua mensagem no Ato de Posse – Rotary Monte Mário

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O presidente do Rotary Monte Mário Luciano Sfredo

COMPANHEIROS, AUTORIDADES JÁ DENOMINADAS E ILUSTRES CONVIDADOS;

Peço vênia a todos para saudar as minhas maiores autoridades presentes neste recinto, Meu Pai e minha mãe….a quem eu devo desde a concepção da vida todos os valores e conquistas alcançadas, a quem eu peço uma salva de palmas…..

O Rotary é uma Instituição que associa líderes, empreendedores e profissionais das mais diversas atividades de negócios. Entre trocas de idéias e experiências, além de um companheirismo muito saudável e louvável, os rotarianos ajudam as comunidades carentes dos mais diversos cantos do mundo.

Nossa Organização, com mais de 110 anos de História, fundada por Paul Harris, hoje conta com uma representação em mais de 200 países e mais 1,2 milhões de rotaryanos.

Estamos presentes em milhares de cidades ao redor do mundo, cujo reconhecimento pelo esforço, trabalho e promoção da Paz Mundial, nos colocou no assento da UNESCO e cadeira como membro permanente das NAÇÕES UNIDAS. Na fundação desta importante organização, em 10/12/1948, mais de 40% das pessoas envolvidas na sua fundação, eram rotarianos. A “ONU”, como é conhecida, é uma entidade internacional de caráter político, uma Assembléia Internacional de países em que somente três membros não são países, mas pela sua enorme importância, têm representatividade naquela Assembléia: a CRUZ VERMELHA, o VATICANO e o ROTARY.

O Rotary International, em 1985, lançou o seu programa de imunização contra a poliomielite, o Pólio Plus, quando a doença afetava mais de 1.000 crianças por dia em todo o mundo, desde então vem fazendo um progresso incrível na luta contra a doença. Em 1988, o Rotary, em parceria com as agências da ONU, a OMS e o UNICEF, lançava o programa de erradicação global da poliomielite. Foram estimados 350 mil casos de pólio em mais de 125 países endêmicos. Por meio da Iniciativa Global de Erradicação , ajudamos a reduzir o número de casos em 99,9%. Em 2018, foram notificados apenas 29 casos.

Em termos globais, a luta contra a pólio mostra avanços consideráveis. No Brasil, porém, um detalhe preocupa: desde 2013, a cobertura vacinal contra a doença vem caindo ano a ano em todas as regiões brasileiras. Em 2016, o país apresentou a pior taxa de imunização dos últimos 12 anos: uma média de 84% de cobertura vacinal, quando a meta estabelecida pala Organização Mundial da Saúde é de pelo menos 95%. A diminuição mais acentuada se verificou na região Norte, que registrou 72% de imunização do público-alvo.

Em nossa cidade, graças a atuação conjunta do Rotary Club Barbacena Monte Mário, Rotary Club Barbacena e Secretaria Municipal de Saúde ultrapassamos os 100% da meta.

O Século XXI nos trouxe grandes frustações diante dos problemas humanitários, alguns persistentes, incompatíveis ao conhecimento humano e às tecnologias alcançadas ao longo da nossa história. A desconstrução dos pensamentos e valores sociais conquistados com tanto sacrifício humano; o grande êxodo populacional advindo da perseguição covarde por motivos étnicos, religiosos, políticos, sexistas e que separam famílias e que fomenta a injustiça social e assassina nossos irmãos e seus sonhos de vida, tornam-se grandes inimigos da Paz Mundial!

Num século pós – iluminista, onde a intolerância às adversidades apresenta-se em escala crescente, em verdadeiro retrocesso aos ideais de liberdade, pelo qual muito de nossos irmãos deram sua vida, é que Organizações como Rotary International se tornam ainda mais importantes e uma luz para ajudar na solução de conflitos.

Nossa trajetória histórica na incansável luta pela Paz Universal e nossa União, são os alicerces para enfrentarmos tudo aquilo que tenta destruir a esperança de um mundo civilizado.

Sim, a Paz Mundial é a maior Missão do Rotary, por mais utópica que pareça. Nunca desistimos deste sonho. E nunca Desistiremos!

Segundo o sociólogo francês Caillé:

“Os seres humanos só poderão encontrar um pouco de paz, segurança e felicidade, aprendendo a aliar-se e associar-se, a se dar uns aos outros, pondo a confiança nos outros e ganhando sua confiança”.

É exatamente isso que fazemos no Rotary….

O Rotary faz com que o homem se aperfeiçoe, preservando dentro de si, o menino que repousando nas dobras da personalidade de cada homem.

O lema do ano rotário 2019-20 é O Rotary Conecta o Mundo . Esse é o nosso objetivo em comum. Somos todos indivíduos únicos e diferentes. Porém essas nossas diferenças nos ajudam a construir um mundo melhor. Juntos somos melhores que sozinhos…..

“O Rotary facilita a conexão entre nós, de maneira forte e significativa, ele nos conecta com pessoas que de outra forma jamais conheceríamos. Pessoas que no final das contas vemos que são mais parecidas conosco do que imaginávamos. A organização nos conecta com nossas comunidades, com oportunidades profissionais, e com populações que precisam da nossa assistência.”

“Por meio do Rotary, nós somos conectados à diversidade humana de maneira especial, formando vínculos duradouros para o alcance do objetivo comum neste mundo cada vez mais dividido, o Rotary é esta fonte de conexão.”

Antoine de Saint Exupery disse:

“Se queremos um mundo de paz e de justiça temos que pôr, decididamente, a inteligência a serviço do amor”.

Particularmente,

Tive a oportunidade de conhecer o Rotary nos idos do ano 2000, quando na ocasião o Presidente era o companheiro Chala Sade. De imediato me encantei com esta Organização grandiosa e pude por muitos anos conviver com esta família montemarina, no entanto, por questões das mais diversas, pessoais e profissionais, não pude ingressar no Rotary naquele momento. Somente no ano de 2014, depois de uma gigantesca reviravolta na minha vida que vim a ingressar em um clube de Rotary, na cidade de Lavras, Distrito 4560.

De volta a Barbacena no final de 2016 fui imediatamente convidado para ingressar no Rotary Monte Mário, no que não pestanejei em aceitar. E obviamente, meu padrinho não poderia ser outro senão o querido Antônio Sade, que juntamente com D. Heloisa Sade são a minha segunda família, melhor dizendo, somos uma só família ligada pelo amor e fortalecidos na dor, mas certos de que temos um anjo em comum que nos mantém unidos e nos auxilia no crescimento terreno e certamente sorri com o seu sorriso único e inesquecível para todos nós neste momento de festa. E assim tem sido todo o tempo e mais agora com a chegada da minha querida e amada Jeanne que se soma a nossa grande família.

Hoje aqui estou na condição de Presidente deste glorioso clube e é apenas o marco inicial de mais um desafio que a vida me reservou. Neste intróito quero registrar, perante todos os presentes, o meu orgulho de estar a frente do RC Barbacena Monte Mário, especialmente neste ano que se comemora as bodas de ouro do clube, 50 anos de relevantes trabalhos prestados à sociedade barbacenense. Tamanha responsabilidade assentou-se em meus ombros e fico muito grato a todos os companheiros pela confiança em conduzir os trabalhos durante este especial ano rotário que ora se inicia.

E mais ainda com a difícil missão de dar sequencia à brilhante gestão do companheiro André que promoveu tamanhas ações levando o nome do nosso clube aos altos escalões do Distrito, e revigorou nosso fôlego e vontade de sermos Rotaryanos.

Parabéns, e muito obrigado, amigo, irmão e companheiro André.

Desta forma, agradeço a todos que com carinho vieram prestigiar esta solenidade de posse, meus pais, meus amados irmãos, cunhados, sobrinhas, sobrinhos, a minha amada Jeanne que tem se tornado a cada dia uma companheira imprescindível. E como não falar dos amigos que dedicaram este tempo para nos prestigiar. Estejam certos de que esse momento será inesquecível e será guardado com muito louvor em meu coração. Agradeço aos companheiros que se despedem de suas funções e que muito bem procuraram construir a paz através do servir. Agradeço a todos os companheiros e funcionários que deram de si antes de pensar em si, para organização deste evento. Muito obrigado.

Idinando Borges
julho 4, 2019

Revista do Rotary Barbacena por Áurea Luiza Vasconcelos Grossi

Elas, Margarida Campos Araújo e Zélia Campos

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Margarida e Zélia

Um olhar em direção ao passado nos leva ao encontro destas duas companheiras tão especiais: Margarida Campos Araújo e Zélia Campos.  Elas enriqueceram nosso convívio no Rotary Clube Barbacena e sua Casa da Amizade com os mais autênticos traços de amorosidade, generosidade e altruísmo. Muito queridas, dinâmicas e alegres, estas duas irmãs se dispuseram às atividades rotarianas, procurando incentivar a importância de compartilhar esperanças, ânimo e coragem para amenizar dores e carências. Sempre se colocaram à frente de projetos ligados aos interesses da comunidade, mostrando constante disponibilidade, além de se destacarem como elos de integração e aceitação nos setores em que atuaram. Denotando alto grau de sensibilidade, demonstraram a importância de ouvir o outro, dar atenção à sua contribuição, levando sempre em consideração o valor do trabalho em conjunto, reconhecendo que cada um tem seu tempo e seus dons.

No exercício da liderança souberam ser sábias e solidárias, espargiram a simpatia que lhes era tão natural e sobretudo, se destacaram por incansável energia e um tamanho desejo de presença. Nem a longevidade as impediu de serem assim!

Nesta herança exemplar, fortalecida pela saudável vivência da maternidade e de inquestionável fé, deixaram evidente o valor do compromisso à causa do próximo e do quanto é gratificante o retorno que dele se recebe. Uma consequência do entusiasmo pelo trabalho humanitário onde servir é fazer a diferença!

Foi, sem dúvida, um grande, marcante e prolongado encontro. O destino as levou mas, em nosso coração ficaram as lembranças da trajetória desafiadora de ambas, revelando o quanto a experiência e a sabedoria são alicerces de um trabalho fecundo.

Resta-nos a saudade! A doce saudade que nos ilumina…

Idinando Borges
julho 3, 2019

O Presidente da Câmara faz saudação ao Cônsul de Portugal em Barbacena.

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O Cônsul Rui Nuno de Almeida e o Presidente da Câmara Municipal, Amarílio de Andrade

Discursos de saudação, ao cônsul de Portugal Rui Nuno de almeida proferido pelo Presidente da Câmara Municipal de Barbacena.

“Para que o nosso homenageado e todos os presentes possam entender a magnitude do momento em que estamos vivenciando, permita relembrar alguns fatos históricos e marcantes deste prédio e alguns acontecimentos que aqui se deram.

Este prédio é a sede do poder legislativo desde 1791, quando aqui se instalou o senado da câmara e foi denominado em 1978 por nossa iniciativa como palácio da revolução liberal, tendo o clássico risco português com a graça dos traços de alentejos e sabor visual do barroco mineiro.

Foi neste plenário em 10-06-1842, que foi empossado José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, conhecido como Barão de Cocais

Também aqui se reuniram os nossos antepassados por ocasião da inconfidência mineira, criação da vila de Barbacena, revolução de 30 e 32.

Merece destacar que os imperadores dom Pedro I e dom Pedro II também visitaram Barbacena e neste mesmo plenário onde hoje recebemos o cônsul português dr. Rui Nuno de almeida os imperadores do brasil se dirigiram aos barbacenenses à época.

Também esta casa, por seus representantes se reuniram várias vezes para receberem autoridades federais estaduais e municipais a exemplo, de dr. Tancredo neves cujo último ato como governador se deu dentro desta casa em 1984, pois no dia seguinte renunciava ao governo de minas para disputar a presidência da republica. Também recebemos e resgatamos para a história dr. Sobral Pinto, presidente Itamar Franco, senador Anastásia e mais recentemente o Dr.Cláudio Luciano Valença Motta, este ilustre conterrâneo, que teve o desprendimento de doar um terreno dos mais valiosos para que pudéssemos construir o centro de atendimento multiprofissional aos portadores de câncer, que irá atender toda a região, sendo a porta de entrada de nosso sofrido povo para um diagnóstico rápido e preciso já que o câncer é hoje a segunda causa de óbitos em nossa região. O primeiro módulo está pronto já a 4 anos dependendo de alguns acertos entre o município e o governo de minas para dar início o atendimento pois nosso desejo é que se atenda preferencialmente SUS cujo estado e município são os gestores, pois é esta a população que está mais sofrendo.

E hoje se reúne a Câmara Municipal de Barbacena e o conselho permanente da medalha do Mérito Legislativo e as demais autoridades constituídas de nosso município para um dos momentos mais importantes e gratos por todos nós, que é condecorar o cônsul da república portuguesa em minas gerais dr. Rui Nuno Oliveira de Almeida com a medalha do mérito legislativo, grande mérito, sendo esta a primeira parte de um resgate, ainda tardio dos barbacenenses para com Portugal, berço de mais de dois terços dos ancestrais da população local.

Meus bisavós eram portugueses e por óbvio nós sempre amamos o povo e as coisas de Portugal.

Barbacena é onde, seguramente no futuro repousara o meu corpo, mas o meu umbigo estará sempre em Portugal, imaginariamente.

Dr. Rui Nuno Oliveira de almeida dá um grande presente para Barbacena e região que é a nomeação de dona Therezinha Madalena Branco Rodrigues, como representante da câmara portuguesa.

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Theresinha Rodrigues e o Presidente da Câmara, Vereador Amarílio de Andrade.

 

Dona Therezinha é uma pessoa das mais queridas de nossa terra, de descendência portuguesa matriarca de uma das famílias das mais ilustres e querida de nossa terra que passa a partir de hoje, a ser um elo, importante entre a comunidade luso brasileira e os barbacenenses

Seja bem-vindo dr.Rui Nuno oliveira de almeida, ao seleto grupo de homenageados pelo povo de Barbacena, pelos seus representantes, com a medalha do Mérito Legislativo “Grande mérito”.

Obrigado a todos!

 

Fonte: Vereador  Amarílio de Andrade

Fotos: Ronald Araújo

Marcio Cleber
junho 25, 2019

Empresas de ônibus são homenageadas pela Câmara Municipal de Barbacena

A Empresa Barraca Turismo e a Empresa Cidade das Rosas foram homenageadas pela Câmara Municipal de Barbacena em Sessão Solene na noite do dia 24, no plenário da própria instituição. Um reconhecimento pelo sério trabalho que ambas vem desenvolvendo a década no atendimento à população. A Empresa Barraca pelos seus 52 anos, e foi representada pelo seu diretor presidente, Jair da Fonseca Pinto; e a Cidade das Rosas, pelos 32 anos a serviço da comunidade barbacenense, que estava representada pelo diretor Jair da Fonseca Pinto Junior.

Para Jair da Fonseca Pinto, foi uma grande hora para as empresas estarem sendo homenageadas pelo Legislativo Municipal. “Procuramos, em toda nossa trajetória, oferecer à população um atendimento de qualidade para que as pessoas possam transitar em nossos ônibus com segurança e conforto”, disse.

Empresas de ônibus são homenageadas na câmara municipal

Foto: Vereador Odair Ferreira; Jair da Fonseca Pinto Junior; Jair da Fonseca Pinto; e o presidente da Câmara Amarílio Andrade

A homenagem foi uma indicação do vereador Odair Ferreira que em seu discurso como orador oficial da noite destacou a importância dessas duas empresas para a cidade e região.  “Aprovamos por unanimidade uma sessão solene na Câmara para reconhecimento do brilhante trabalho de empreendedorismos que é desenvolvido por estas empresas que fazem parte da história da cidade, que geram emprego e renda para o município”, pontuou Odair.

Na mesma Sessão Solene também foi homenageada a Faculdade de Medicina de Barbacena pelos seus 48 anos; e foram concedidas Moções aos Bombeiros Militares de Barbacena que estiveram participando nas buscas por vítimas da tragédia de Brumadinho em uma indicação do vereador Amarílio Andrade e do vereador Odair Ferreira e ainda catequistas da Paróquia de Nossa Senhora da Penha.

Idinando Borges
junho 5, 2019

Influências Portuguesas em Barbacena – Por Cláudio Motta (*)

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Cláudio Luciano Motta

Antes da dominação europeia do atual território que delimita o município de Barbacena, a região era ocupada por grupos indígenas das etnias Puri, Coropó e Coroados. Os últimos remanescentes dos primeiros habitantes do que viria a ser a Comarca do Rio das Mortes foram percebidos por viajantes estrangeiros até a primeira metade do Século XIX. Mortos, expulsos de suas terras ou miscigenados e induzidos ao alcoolismo, pouco deixaram de seu mundo. Artefatos arqueológicos ainda hoje são encontrados na região. Nada mais restou deles.

Caminho Novo 

A história da Vila de Barbacena tem início em 1698, quando o Capitão Garcia Rodrigues Paes, filho do bandeirante Fernão Dias Paes, abre um caminho mais curto para a ligação entre o Rio de Janeiro e o interior das Minas Gerais. Assim surgiu o primeiro núcleo colonial desta imensa região, no entroncamento dos Caminhos Velho e Novo, posteriormente, Estrada Real. Por este Caminho Novo não só passaram todas as riquezas do Ciclo do Ouro, como também vários episódios históricos, entre eles, a reação armada à invasão do Rio de Janeiro, pelo corsário francês Duguay-Trouin, em 1711, a Guerra dos Emboabas e a Inconfidência Mineira. Os locais referenciais dessa época são as Fazendas do Registro (hoje Sá Fortes) e Borda do Campo (hoje Antônio Carlos).

O Arraial da Igreja Nova

O nascimento do arraial começou pela construção capela consagrada a Nossa Sra. da Piedade que tornou-se matriz em 1726. A capela ainda permanece na Fazenda da Borda. Com a distribuição de muitas sesmarias na região, esta ficou pequena para o grande número de moradores da Borda do Campo, por isso decidiu-se pela construção de uma igreja maior, em terras da Fazenda da Caveira de Cima. A decisão se deu em 1725. Em torno desse templo, em 1753, foi autorizada a construção de casas. O arraial se expandiu à medida que pequenas casas comerciais se estabeleciam para atender os tropeiros que circulavam na Comarca do Rio das Mortes. Em 1791, com a exploração do ouro já em decadência, o então Arraial da Igreja Nova de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campolide, foi elevado à categoria de vila, recebendo o nome de Barbacena. Uma homenagem oportunista ao Visconde de Barbacena, nobre português que governava Minas Gerais. Esse acontecimento se deu simultaneamente aos desdobramentos da Inconfidência Mineira, denunciada em 1789. Cinco dos principais envolvidos no movimento, incluindo Joaquim da Silva Xavier e Joaquim Silvério dos Reis, tinham ligações com Barbacena. O dono da Fazenda da Borda do Campo, José Ayres Gomes foi expulso do Brasil, teve suas terras confiscadas e morreu esquecido em Moçambique, na África. O irmão de Tiradentes, Padre Antônio da Silva Santos e o delator Silvério dos Reis moravam na vila de Barbacena. O padre, na Rua Tiradentes, o traidor, na região do Pontilhão.

O Nome

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Capa do Livro : Barbacena Ontem e Hoje do Desembargador Doorgal Borges de Andrada.

 

 

Barbacena é a denominação dada ao Arraial da Igreja Nova, quando de sua emancipação em 14 de agosto de 1791. Era o governador de Minas, Luiz Antônio Furtado do Rio de Mendonça, o Visconde de Barbacena que, em meio ao processo de repressão à Inconfidência Mineira, estava sendo pressionado pela população do Arraial a separá-lo do termo de São João Del-Rei. O nome de Barbacena significa, ‘Cabana de Bárbaros’ e é originário de uma aldeia de bárbaros localizada na atual região de Elvas, cidade portuguesa do Alentejo, que até hoje mantém um pequeno distrito com o mesmo nome. A família nobre que ostentava o titulo de senhores de Barbacena marcou a história brasileira com um Vice-rei, um governador da capitania do Rio de Janeiro, de Minas Gerais – o sexto visconde de Barbacena que deu o seu nome à cidade. O Visconde de Barbacena, apesar de ser visto historicamente no Brasil como o algoz dos Inconfidentes, era um nobre culto, especializado em mineralogia e ciências. De volta a Portugal, fez parte do grupo de nobres que não acompanhou a fuga da Corte Portuguesa, em 1808, quando Napoleão Bonaparte, dominou Portugal. Foi um dos interlocutores para garantir que não haveria ataques à população civil. Foi preso por Napoleão.

Independência e República

No século XIX, Barbacena continua como uma passagem estratégica para todos que se dirigem ao interior de Minas. Torna-se rota comercial importante e entreposto de víveres e escravos africanos. Com sua influência política consolidada, a Câmara Municipal de Barbacena tem participação ativa na movimentação pela independência do Brasil e mesmo chega a remeter carta a D. Pedro I, ofertando a cidade como capital do Brasil, em caso de ataques da metrópole ao Rio de Janeiro. Personagem de destaque deste período é o Padre Manoel Rodrigues da Costa, dono da Fazenda do Registro Velho, que viveu 92 anos. O suficiente para participar da Inconfidência Mineira, receber anistia da Coroa Portuguesa, participar da Independência, representar o Brasil nas Cortes Portuguesas, apoiar a maioridade de D. PedoII e apoiar a Revolução Liberal de 1842. Na maior parte do Século XIX, os grandes fazendeiros comandam a cidade econômica e policamente. Os imperadores do Brasil, pai e filho visitaram Barbacena em várias épocas. D. Pedro I, concedeu à Vila, o título de “muito nobre e leal”. Mas a lealdade à monarquia brasileira não impediu que o Movimento Republicano ganhasse força entre a elite política local, mesmo com vários barbacenenses de familias importantes como os Magalhães, os Lima Duarte, os Armond e outras, ocupando cargos importantes nos ministérios e na diplomacia brasileira. Ainda assim, o último monarca brasileiro visitou a cidade três meses antes da Proclamação da República. Aqui se formou um grupo paramilitar de jovens que se propunha a enfrentar Antônio Conselheiro, visto na época como anti-republicano. Foi a “Centúria Republicana”.

Escolas para as elites

Ao longo do período monárquico e da República Velha, Barbacena foi um importante pólo educacional, com a instalação de escolas privadas importantes, tais como Colégio Abilio, Colégio Gonçalves e Renault, dentre outros. Estabelecimentos públicos destinadas à elite como Ginásio Mineiro (que deu origem à atual Escola Estadual Professor Soares Ferreira) e o Colégio Militar, construíram a reputação das escolas da cidade, consolidada com a criação do Colégio Imaculada Conceição, pela religiosa francesa, Paula Boisseau, do Aprendizado Agrícola, por Diaulas Abreu e a Escola de Cadetes da Aeronáutica já no fim dos anos 1940.

Imigrantes e governadores

Às vésperas do Abolição da Escravidão, em 1888, foi inaugurada a Colônia Rodrigo Silva, destinada a receber trabalhadores italianos. Juntamente com imigrantes de outras nacionalidades, estes vão ter papel fundamental na economia e na identidade de Barbacena, no Século XX. Com ramais ferroviários estratégicos e servida pela Estrada de Rodagem União Indústria, que a ligava ao Rio de Janeiro, Barbacena tinha intenso contato com a capital brasileira, fato que marca sua história até 1961, quando Brasília leva o poder da República para o centro-oeste do Brasil. Do casamento entre um jovem Andrada e uma representante da então poderosa Família Lima Duarte, na segunda metade do Século XIX, surge o ramo mineiro dos Andradas, oriundos de Santos, litoral de São Paulo. De Oliveira Fortes, os Bias Fortes ascendem ao poder em Minas Gerais, com Chrispim Jacques Bias Fortes governando o estado a partir de 1894. Em seu governo, aconteceu a mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte. Em Barbacena, o Senado Mineiro ( equivalente atual à Assembleia Legislativa) se reuniu para deliberar pela construção da nova capital. Portanto, foi em Barbacena que nasceu Belo Horizonte. Trinta depois, outro barbacenense, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada se tornaria governador de Minas. Antes porém, foi prefeito de Belo Horizonte, presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, senador da República, presidente da Assembleia Nacional Constituinte de 1932-1933 e ministro de estado. Em 1935, assumiu interinamente a presidência do Brasil, durante viagem de Getúlio Vargas ao exterior. O terceiro governador mineiro nascido em Barbacena, foi José Francisco Bias Fortes, filho de Chrispim Jacques. De 1956 a 1961 governou Minas Gerais. Nessa época, apesar dos laços de parentesco, os elos entre as famílias Bias e Andrada já estavam rompidos havia duas décadas, resultando em uma disputa que se tornou histórica na política mineira.

Seda, cinematógrafo e jornais

As primeiras décadas do Século XX em Barbacena inauguram inovações e consolidam projetos da virada do século anterior. A Estação Sericícola de Barbacena, é uma indústria-escola destinada a disseminação da cultura da seda natural no Brasil. Por trás deste projeto está o imigrante italiano Amilcar Savassi. Tão visionário quanto Savassi, chega a Barbacena Paolo Benedetti , que além de manter um cinematógrafo na cidade, faz experiências com o cinema sonoro. O filme “Uma transformista Original” sincroniza as imagens de uma jovem cantora da Colônia Rodrigo Silva com sua voz registrada em um disco de gramofone. A exibição feita para uma plateia composta por Bias, Andradas e Sena Figueiredo, acontece em 1910. Aliás, da Família Sena Figueiredo, vem a iniciativa da primeira importação do gado holandês, consolidando esta parte de Minas Gerais como a pioneira da indústria de laticínios no país. Mas a fama do nosso queijo já estava estabelecida há pelo menos cem anos. Por volta dos anos 20 e 30 Barbacena tem fábricas de cigarros, cerveja, cordas e um comércio consolidado. A loja Bota de Ouro, criada pelo sapateiro Jeremias Paolucci, dita a moda desde 1880. Os anúncios se multiplicam nos clichês de diversos jornais que circulam na cidade. O primeiro deles data de 1839 e se chama “O Parahybuna”, época em que o rio que corta Juiz de Fora ainda estava no território de Barbacena – Juiz de Fora foi distrito de Barbacena até 1850.

As consequências do envolvimento de lideranças barbacenenses no Movimento Liberal de 1842, possivelmente deixou a cidade sem jornais impressos até 1880. Daí para frente, dezenas deles surgem, alguns inusitados como o “Revolucionário” publicado durante a Revolução de 1930 – de 5 a 29 de outubro – até o mais longevo deles: Cidade de Barbacena, de 1898 a 1993. A imprensa, além do registro factual ainda nos reserva o privilégio de apresentar obras fundamentais de escritores como o Padre Mestre Correia de Almeida e desenhos de Alberto Delpino, pai de Delpino Júnior, um mestre da pintura e da caricatura anos mais tarde.

Champagne francês, tuberculose e loucura

Parece loucura. Mas é no prédio do hotel mais requintado de Barbacena, no final do Século XIX, que vai surgir um dos mais terríveis hospícios públicos do Brasil. Para o antigo “Sanatório de Barbacena”, uma espécie de spa para “doenças nervosas” e depois tuberculose – criado pelos médicos Rodrigues Caldas e Gonçalves Ramos – vinha a elite carioca, aproveitando-se da comodidade do ramal da Estrada de Ferro D. Pedro II, depois, Central do Brasil. Lá, havia talheres de prata, telefone ( o primeiro da cidade) e serviço a la carte, no restaurante. Nesta época, os ares serranos da Mantiqueira e o frio quase europeu atraia pacientes de diversas regiões em busca do clima terapêutico, cuja fama já se espalhava pelo Brasil. Em Sítio (hoje Antônio Carlos) também havia um sanatório para tuberculosos. Em busca de alívio para sua doença, o segundo presidente republicano, Floriano Peixoto, circulava em Barbacena, na companhia da esposa e das filhas pequenas, uma delas nascida na cidade. Para o Marechal, o ar puro de Barbacena e a atenção de seu médico, Olintho Magalhães, foram eficazes. Para o escritor mulato Cruz e Souza, nem tanto. Tuberculoso e solitário, o poeta simbolista morreu em Sítio (Curral Novo), em 1898. Seu corpo retornou ao Rio de Janeiro em um vagão para animais. Dez anos antes, no Sanatório de Barbacena, o Imperador Pedro II e a comitiva imperial, almoçaram durante sua visita derradeira a Barbacena. O menu sofisticado e em francês atesta que o local era digno de reis e rainhas. Mesmo assim, faliu e foi vendido ao Governo de Minas Gerais. Em 1903, alí foi instalada a primeira sede da Assistência aos Alienados de Minas Gerais. Seu diretor, o deputado e médico Joaquim Dutra, inaugurou a psiquiatria pública em Minas Gerais. Em 1930, o hospício já tinha dois departamentos, um feminino, no prédio originário do Santório de luxo e outro a poucos quilômetros abaixo, onde se instalou uma colônia agrícola para homens. Em pouco tempo, a pequena estação do Sanatório, agora denominada “ Bias Fortes”, recebia levas e levas de pacientes, na maioria indigentes vindos de todos os cantos do estado. A superlotação que se seguiu desenhou o cenário de horrores do Hospital Colônia de Barbacena, abastecido continuamente pelos “trens de doido”. O frio salutar nos tempos do Sanatório agora era o fator mortífero da Colônia, que a cada inverno registrava um número assustador de óbitos. Até a década de 1990, a história do Hospital Colônia foi marcada, por mortes, maus tratos, superlotação, internações de adultos e crianças, insuficiência de recursos para a assistência e até venda de cadáveres para Faculdades de Medicina. A instituição pública e suas congêneres privadas, deram a Barbacena o incômodo apelido de “Cidade dos Doidos”. Denúncias na imprensa ao logo de décadas registraram a história que até hoje assombra por sua duração e dimensão.

Revolução de 30, Vargas e os exilados da Guerra

Barbacena participou ativamente da Revolução que encerrou a República Velha e a política do “Café com leite” – revezamento de Minas e São Paulo no poder. Quartel revolucionário, interventores, tropas nas ruas e nos trilhos compunham o cenário da época. O episódio histórico também marcou a ruptura das duas principais lideranças políticas da cidade que passou a viver dividida. Dois clubes, dois times de futebol… Bias, PSD, Andradas, UDN. Situação e oposição em permanente embate. Serras Azuis, livro de Augusto França de Lima, então um professor do Ginásio Mineiro, retrata o ambiente da época. A cidade conservadora e fervorosamente católica convive com mentes libertárias como a professora Maria Lacerda de Moura, pioneira do feminismo e do amor livre no Brasil. Na poesia, reina o pessimismo sombrio de Honório Armond, que recusa com razão o folclórico título de “ Príncipe dos Poetas Mineiros”. A vocação de passagem para o interior das Minas Gerais é mantida. Por aqui passam os modernistas – Oswald e Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e Blaise Cendrars – redescobrindo o adormecido Barroco Mineiro. O compositor e maestro francês, Fernand Jouteux, autor da ópera “Os Sertões” passa várias vezes por Barbacena, antes de recolher-se em Tiradentes. Georges Bernanos escolhe morar em Barbacena pela sonoridade do nome da fazenda que Virgilio de Melo Franco, lhe dá por empréstimo. É o “Caminho da Cruz das Almas”. Aqui, o fazendeiro Bernanos, católico e crítico feroz do nazismo, recebe em sua casinha bucólica, desde jovens escritores como Paulo Mendes Campos, Hélio Pelegrino e outros, até o consagrado e exilado Stefan Zweig, que pouco depois se suicida em Petrópolis. Na trilha de Bernanos, vem o pintor Emeric Marcier. O judeu romeno, traz a aura medieval do leste europeu para dialogar com os céus cinzentos de Ouro Preto. Um caso isolado na pintura brasileira do Século XX. Enquanto na Revolução de 30, Carlos Drummond de Andrade, senta praça nas fileiras revolucionárias, paquerando belas barbacenenses no saguão do Grande Hotel, João Guimarães Rosa, faz seus últimos exames como médico do Nono Batalhão da Polícia Militar, para abandonar a medicina e a farda para a carreira diplomática que vai garantir sua possibilidade de ser um dos maiores escritores da língua portuguesa. Inundado pelo nacionalismo da Era Vargas, Flausino Vale, faz seu violino erudito resgatar a cultura popular. Admirado por Villa-Lobos, Flausino é comparado ao virtuose italiano Paganini e até hoje sua música é admirada no mundo todo. Outro artista com fortes raízes barbacenenses é Amim Feres, cantor lírico, com carreira internacional consolidada na Alemanha e reconhecida dentro e fora do Brasil.

Rosas e o Ponto de Partida

No avançar do Século XX, a força política vai sendo suplantada pelo poder econômico. Barbacena reflete esse momento histórico. Citada como clima perfeito para a floricultura e a fruticultura, em relatos de Saint Hilaire e Richard Francis Burton, os jardins e pomares de Barbacena ganham notas elogiosas. Porém, vai ser a partir das décadas de 60 e 70 que a atividade ganha impulso com maior escala de produção e exportação. Uma empresa multinacional assume o segmento, mas não se mantém por muito tempo no mercado. Os pequenos e médios produtores da cidade e distritos é que manterão o título de “Cidade das rosas”. No final dos anos 60, o Parque de Exposições Senador Bias Fortes passa a abrigar grandes feiras agropecuárias e a Festa das Rosas que ajuda a consolidar o título da cidade. A indústria nos segmentos têxtil, cimento e abrasivos se instala na cidade, que ainda assim se mantém graças o serviço público, o agronegócio e a prestação de serviços, em especial na medicina clínica e de diagnóstico. Na cultura, com ciclos de aquecimento e declínio, só o Grupo Ponto de Partida, formado em 1980, se consolida como núcleo permanente de produção, formação e agora ensino nas artes dramáticas e musicais. A Estação Sericícola de Barbacena, só se salva da ruína por abrigar o grupo que lá instala uma escola de música popular, além de estúdio e salas de ensaio.

Iniciativas que preservam os bens culturais

- A criação do Museu da Loucura, em 1995, é um marco na história da psiquiatria brasileira, instalado no prédio do antigo Hospital Colônia.

- O antigo Solar dos Penna, da Familia do Visconde de Carandaí, abriga o Museu Municipal, onde é contada a história de Barbacena desde os tempos dos índios Puris até a modernidade, além de manter a Sala da Imprensa, que guarda relíquias da imprensa regional, em especial as oficinas tipográficas do Jornal Cidade de Barbacena.

- O pintor romeno Emeric Marcier tem hoje sua residência preservada, com afrescos de grandes dimensões, no chamado Sítio Sant´Anna.

- A casa de Georges Bernanos, desde 1968 está mantida para registrar a passagem do escritor francês que viveu em Barbacena por cinco anos – de 1940 a 1945.

- Arquivo Histórico Municipal Professor Altair Savassi (AHMPAS). Criado em 2003, é um órgão subordinado à Diretoria de Cultura da AGIR, Agência de Desenvolvimento Integrado de Barbacena e Região, da Prefeitura Municipal de Barbacena. O AHMPAS tem por finalidade recolher acervos documentais permanentes e coleções referentes à história de Barbacena e região, de caráter público e privado, para preservá-los, organizá-los e descrevê-los a fim de facilitar a consulta dos documentos e de torná-los úteis à pesquisa. O Arquivo visa, ainda, realizar a gestão documental e elaborar instrumentos de pesquisa, objetivando tornar acessível o acervo, contribuindo, dessa forma, para o desenvolvimento de estudos sobre a localidade, possibilitando o resgate da memória e da história regional e garantindo ao cidadão um acesso rápido e eficaz à informação.

 

(*) Claudio Luciano Valença Motta – Diretor de Relações Internacionais da Câmara Portuguesa de Comércio do Brasil em Minas Gerais

Marcio Cleber
maio 30, 2019

13 garotas concorrem ao título de Rainha dos Violeiros 2019

A moda de viola vai ser a grande atração em Barbacena na próxima semana, com o quinto Encontro de Violeiros, Violinistas, Sanfoneiros e Cantadores. Este grande espetáculo será no campo do Grêmio na Colônia Rodrigo Silva. E diante do sucesso do ano passado, faz parte novamente da programação a eleição da Rainha dos Violeiros.  O desfile será no sábado, dia 8, às 20h40, e 13 candidatas subirão na passarela na busca do título. Mais uma vez a beleza da mulher barbacenense será destaque neste tradicional evento muito aguardado por toda a região. Na abertura do desfile, em uma show a parte, a presença de Jéssica Martin e Jhonatan Gava. Como patronesse está Andréa Paolucci de Paiva. A frente da organização do desfile Rosemeire Alves, Daniela Turquette, Cida Roman, Shirley Viol e integrantes da casa D´Itália.

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Toda a organização do Encontro de Violeiros é pautada em uma importante parceria entre Vandeir Antunes, idealizado deste tradicional evento que acontece em diversas cidades da região, e responsável por toda a parte artística; juntamente com o vereador comunitário Milton Roman, que tralha toda a logística e a parte estrutural do Encontro em Barbacena, com o objetivo de proporcionar um evento com total segurança e tranquilidade. E tem o apoio do Grêmio Recreativo Rodrigo Silva, União Comunitária de Barbacena e a Associação de Moradores do Bairro Roman – AMBRA e a Prefeitura Municipal.

Candidatas

Ana Beatriz da Silva Bertolin, Ana Carolina Campos Martin, Clariany Almeida Damasceno, Darleany Lima Campos de Souza, Emanuelly Sfredo Lopes Malta, Lorena Ribeiro Clara, Maria Eduarda Barros da Silva, Maria Fernanda Bortolussi Corréa Araújo, Maria Rayane Barroso Bertolin, Thainá Magri Calisto, Vitória Fernanda Pereira dos Reis, e Yasmim Cristina Magri Calisto.

Programação

Sexta-feira – dia 7

19h – Missa Sertaneja

20h20- Maria Luiza, Luiz Gustavo & Luiz Gabriel

20h40 – Abertura Oficial

21h – Show Lourenço e Lourival

23h Show Bailão – Luis Karlos e Silveriano

01h55 – Encerramento

bado, dia 8

15h – Festa Junina da Escola Estadual Gabriela Ribeiro Andrada

19h30 – Grupo de Violeiros Tocando em Frente

20h40 – Desfile – Rainha dos Violeiros 2019

22h – Jacinto Fonseca & Daniel Cavalcanti

00h40 – Show Marcelo Henrique & Gabriel

02h55 – Encerramento

Domingo, dia 9

9h – Concentração da Cavalgada (no Carlinhos perto do Parque de Exposição)

11h – Saída da Cavalgada Amigos da Viola

12h30 – Feijoada

13h20 – Pagonejo Grupo Família

14h20 – Comitiva de Antônio Carlos; João Cláudio/Luiz Carlos/ Leandro &Toninho

14h50 – Trem Mineiro

15h10 – Larissa Mara

15h20 – Geração Forró

16h – Orquestra de Viola Caipira Arpejo

17h – Jéssica Martim & Isabelle Silva

17h20 – Vinícius Freitas Sanfoneiro

18h – Orquestra de Violões de Barbacena

19h – Show Flor de Maracujá

21h Encerramento

 

Marcio Cleber
maio 16, 2019

Encontro de Violeiros de Barbacena terá show de Lourenço & Lourival

A moda de viola é considerada um dos gêneros mais tradicionais da música caipira. E Barbacena novamente será invadida novamente por esta moda de viola em um passado muito presente que continua encantando gerações. A cidade prepara-se para mais um Encontro de Violeiros, Violinista, Sanfoneiros e Cantadores, este ano em sua quinta edição.

Como todos os anos, uma ampla programação musical com diversas atrações artísticas foi preparada. E o Encontro de Barbacena vem com uma grande novidade, um marco dentro da trajetória do Encontro de Violeiros, que será o show da dupla Lourenço & Lourival, na noite de sexta-feira, dia 7, às 21h. E o palco de mais este importante evento será o Campo do Grêmio, na Colônia Rodrigo Silva.

O grande encontro da música caipira e sertaneja em Barbacena começa na noite do dia 7 de junho, com a Missa Sertaneja às 19h, na Colônia Rodrigo Silva. Após a missa, apresentação de Maria Luiza e a dupla Luiz Gustavo & Luiz Gabriel. O grande show da tradicional dupla Lourenço & Lourival. Encerrando a noite, o animado bailão com Luiz Karlos & Silveriano.

E a música de raiz continuará encantando a todos no sábado, dia 8, a partir das 15h, com a Festa Junina da Escola Estadual Gabriela Ribeiro Andrada. A partir das 19h30, iniciam as apresentações e o Grupo de Violeiro Tocando em Frente será a primeira atração a subir no palco. Na sequência, Jacinto Fonseca & Daniel Cavalcanti, Márcio Henrique & Gabriel e o forro com Thiago & Gil.

No domingo, 9, uma ampla programação durante todo o dia. A concentração da Cavalgada dos Amigos da Viola às 9h, próximo ao Parque de Exposição de Barbacena e saída prevista para as 11h. Tem também a tradicional feijoada e o convite pode ser adquirido durante o Encontro. A primeira atração artística do dia será com o Pagonejo Grupo Família, às 13h. E o público será embalado ainda com os shows do Trem Mineiro, Larissa Mara, Geração do Forró, Orquestra de Violeiros Caipira Arpejo, Jéssica Martim & Isabelle Silva, Vinícius Freitas Sanfoneiro, Orquestra de Vilões de Barbacena Flor de Maracujá.

Toda a organização do Encontro de Violeiros é pautada em uma importante parceria entre Vandeir Antunes, idealizado deste tradicional evento que acontece em diversas cidades da região, e responsável por toda a parte artística; juntamente com o vereador comunitário Milton Roman, que tralha toda a logística e a parte estrutural do Encontro em Barbacena, com o objetivo de proporcionar um evento com total segurança e tranquilidade. E tem o apoio do Grêmio Recreativo Rodrigo Silva, União Comunitária de Barbacena e a Associação de Moradores do Bairro Roman – AMBRA.

Rainha dos Violeiros: Pelo segundo ano, dentro do Encontro, acontecerá a eleição da Rainha dos Violeiros, uma inovação implantada em Barbacena e que teve total aprovação da organização e do público. A eleição da Rainha será no sábado, dia 8, às 20h40, no Campo da Colônia Rodrigo Silva, mostrando a beleza da mulher barbacenense.

 

Idinando Borges
maio 16, 2019

FELIZ ANIVERSÁRIO  E P C Ar! Por Áurea Vasconcelos Grossi

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Há coisas na vida que, de certa forma, me fascinam. O tempo, por exemplo. É curioso pensar que mesmo tendo consciência de que ele está sempre passando e transformando o que acha pela frente, ele se contrapõe à memória que tem, por missão, preservar.

Esta dualidade se tornou muito nítida quando comecei a delinear esta página. Os registros aqui feitos são frutos de uma determinação pessoal, do desejo de não deixar o instante se perder, da necessidade de abrir o coração com o afeto e a verdade nele resguardados. Alí estão entrelaçados tempo e memória.

Senti como se estivesse vendo a banda passar na cadência alegre da canção de aniversário… No alto do mastro, a Bandeira Nacional engalana–se, em movimentos provocados pelo vento das manhãs de maio… Nada mais natural! Afinal, EPCAr está em festa, comemorando seus bem vividos 70 anos.

Nascida através de decreto assinado em 28 de março de 1949, tinha como objetivo ser um curso preparatório para o posterior ingresso na Academia de Força Aérea. Por força das circunstâncias, provisoriamente, suas atividades iniciais se desenvolveram na Escola Técnica de Aviação já com o efetivo de 201 alunos. Mas, ainda neste mesmo ano, esta primeira turma foi transferida para Barbacena, onde pouco depois, o até então, Curso Preparatório, recebeu a definitiva denominação de ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO AR.

Um novo universo foi aberto. Os primeiros passos foram dados. A trajetória, hoje dimensionada em décadas, foi sempre definida por um conceito de excelência ligado ao cumprimento dos objetivos a que lhe foram propostos, a nível de ensino intelectual e militar.

Por ela passaram jovens vindos de todas as regiões brasileiras, trazendo na bagagem os sonhos e as esperanças que, pelos três anos subsequentes, se conjugariam com uma experiência nunca antes vivenciada. Um enriquecimento para a convivência diária, onde diferentes culturas e costumes se mesclavam fortalecendo a coragem e o entusiasmo necessários à nova rotina. Nesta, a surpresa das árduas e naturais exigências de instruções militares, as não menos fecundas aulas com professores sintonizados em um moderno e profícuo ensino fundamental, os cuidados com a saúde e o desenvolvimento físico, através de instigantes e obrigatórias atividades, e ainda, as inúmeras iniciativas complementares da educação como um todo, sempre atenta a amalgamar o espírito. Um aprendizado sustentado pelas noções de ética, moral e outros aspectos engrandecedores do humano. Uma relação de transcendência com a instituição que, um dia, lhes permitiria chegar ao tão sonhado domínio de máquinas voadoras, anunciado pelo roncar dos motores cruzando os céus…

O cotidiano é a matéria prima desta missão. Diferenciado, relevante e incomparável em seu contexto. Nele, militares, professores e civis, todos de inegável respeitabilidade escreveram esta história. Os primeiros, sempre responsáveis em mostrar todos os meandros da vida na caserna, desvendando o simbólico da farda e tudo o que possa representar: a função de zelar pela defesa, segurança e garantia da Pátria, o respeito à disciplina, à lei e à ordem, a grandeza da Força Aérea, o exercício da salvaguarda nacional e os significados da paz e da guerra.

Aos mestres, coube a maravilhosa tarefa da formação intelectual, apoiados nas diversas áreas do conhecimento e utilizando metodologias as mais avançadas e, reconhecidamente, eficazes. Profissionalismo, dedicação e amor ao magistério foram os segredos que lhes possibilitaram ensinar e garantir o prestígio alcançado pelo curso.

A ambos, mestres e militares, muitas vezes, restava lhes abrir o coração à solidariedade que alivia e consola… gestos humanitários, conselhos, e até mesmo, o abraço confortante… o estar por perto quando  alguém se deparava com pedras pelo caminho…

Agora, celebrando seus setenta anos, não importa que os cenários tenham sofrido a ação do tempo… as pessoas tenham seguido destinos diferenciados… os laços tenham sido mais justos ou mais afrouxados… o importante é que a memória ousada, guarda sob custódia, os vínculos que se tornaram indissolúveis porque resultaram de sentimentos de pertencimento.

Barbacena, orgulhosa e reconhecida, é muito grata pela sua presença!

FELIZ ANIVERSÁRIO, EPCAr!

Idinando Borges
maio 14, 2019

EPCAR celebra os seus 70 anos

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De 14 a 25 de maio serão realizadas diversas atividades alusivas ao 70° aniversário da Nascente do Poder Aéreo

 A Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) completará, no próximo dia 21 de maio, 70 anos de atuação na formação do futuro cadete aviador da Força Aérea Brasileira (FAB). Durante sete décadas, a Escola já formou mais de 17 mil alunos no Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR).

E para comemorar tão marcante data, vários eventos estão sendo cuidadosamente preparados. Entre os dias 14 e 25 de maio serão realizados eventos culturais, esportivos, sociais e militares. Entre os eventos sociais, destaque para os encontros de professores, militares e alunos veteranos, que já atuaram na EPCAR desde sua criação até os dias atuais, contribuindo para o cumprimento da missão institucional. A turma de 1949, “Esquadrão Pioneiros”, também estará presente. Eles serão recepcionados pelo Comandante da Escola, Brigadeiro do Ar Mauro Bellintani.

Para o dia 16 de maio está prevista a tradicional apresentação da Banda de Música da Nascente do Poder Aéreo, preparada com um repertório eclético e que vai do internacional ao MPB e será precedida por uma queima de fogos comemorativa. No domingo, dia 19, será realizada a corrida rústica alusiva aos 70 anos da EPCAR. O percurso será de 7 km, passando pelas principais ruas e avenidas da cidade de Barbacena.

Para o dia 21 de maio, dia do aniversário da Escola, a solenidade militar será o ponto alto das comemorações e contará com a presença de diversas autoridades da Força Aérea Brasileira, entre elas, o Comandante da Aeronáutica e o Diretor de Ensino, além de autoridades militares e dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Haverá o agraciamento da comenda da “Ordem da Nascente do Poder Aéreo” e homenagem aos alunos da primeira turma de 1949. Antecedendo a cerimônia militar, será lançado o selo comemorativo e, após a solenidade, haverá a inauguração da sala histórica “Professor Fernando Victor”, que contará toda a história e transformações da EPCAR através de televisores, mesa interativa e exposição de objetos, distintivos, uniformes antigos, dentre outras peças. De acordo com o Brigadeiro Bellintani, o novo espaço é uma demanda antiga da instituição, que utilizará modernidade e tecnologia para apresentar a história. “Trabalhamos para concretizar este desejo, de forma lúdica, interativa e atrativa para todas as idades. O espaço vai juntar tradição, história e modernidade na forma de apresentar as informações e será aberto à sociedade”, disse.

Já no dia 22 de maio será realizado o lançamento do livro “Non Multa Sed Multum: entre montanhas e o céu de anil”, com capítulos escritos por professores da EPCAR, pelo Comandante do Corpo de Alunos, pelo jornalista Edson Brandão, pelo próprio Comandante da Escola e por sua esposa, a historiadora Adriana Bellintani.

Encerrando as comemorações de seu septuagésimo aniversário, a EPCAR promoverá o “Sábado Aéreo”, evento a ser realizado no dia 25 de maio, no Aeroporto de Barbacena e que contará com várias atrações terrestres e áreas, com destaque especial para a apresentação do Esquadrão de Demonstração Aérea – “Esquadrilha da Fumaça”. Neste dia, também serão premiados os vencedores do concurso de redação que ocorreu entre alunos dos 6° e 7° anos das escolas públicas de Barbacena e haverá arrecadação de alimentos para doação às instituições filantrópicas da cidade.

Serviço: Apresentação da Banda de Música da Nascente do Poder Aéreo
Data: 16 de maio de 2019 Horário: 19h
Local: Cinema da EPCAR
Evento aberto ao público com retirada ANTECIPADA de ingresso na portaria principal do quartel.

 

 

Serviço: Corrida rústica – 70 anos da EPCAR
Data: 19 de maio de 2019 Horário: 9h
Largada: Fachada principal da EPCAR
Inscrições no site www.corridao.com.br

 

 

Serviço: Solenidade Militar alusiva aos 70° aniversário da EPCAR
Data: 21 de maio de 2019 Horário: 10h 30min
Local: Pátio de formaturas da EPCAR
Evento aberto ao público

 

 

Serviço: Sábado Aéreo
Data: 25 de maio de 2019 Horário: 9h
Local: Aeroporto de Barbacena
Evento aberto ao público

Mais informações, acesse o site www.fab.mil.br/epcar.

CONTATOS: 32 3339-4018 ou pelo e-mail: scs.epcar@fab.mil.br

Idinando Borges
maio 2, 2019

Distinção da Polícia Civil – Foi no Master Plaza Hotel

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O delegado Egmar Geraldo da Silva (Barbacena) o Delegado Geral Joaquim Francisco Neto e Silva, o Prefeito Luiz Álvaro e o Delegado e Chefe do 13º Departamento, Carlos Capristrano

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O Brigadeiro Mauro Bellintani, o Ten. Brigadeiro •José Magno Resende de Araujo e o Delegado Carlos Capristrano

8

Delegado Carlos Capristrano, o Ten.Cel. Hudson Abner Pinto e Delegado Geral, Joaquim Francisco Neto e Silva,

 

 

O 13° Departamento de Polícia Civil de Barbacena realizou, no último dia 26 de abril, a cerimônia de entrega da Medalha de Distinção Policial Civil 2019. O evento aconteceu no Master Plaza Hotel, na região central da cidade e, teve como objetivo enaltecer e homenagear aqueles que contribuem ou tenham contribuído com a Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, para execução da investigação criminal e do exercício de Polícia Judicária, principalmente, na circunscrição do 13° Departamento.

O evento contou com a presença do Chefe Adjunto da Polícia Civil, Delegado-GeralJoaquim Francisco Neto e Silva, além de representantes dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, Forças Armadas, Promotoria, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, bem como representantes da sociedade civil. O anfitrião do evento, Chefe do 13º Departamento de Polícia Civil, Delegado-Geral Carlos Capristrano, acompanhado pelo Chefe Adjunto da Polícia Civil, neste atorepresentando o Chefe da Polícia Civil, Delegado-Geral Wagner Pinto de Souza e pelos Delegados Regionais do Departamento, Delegado-Geral Egmar Geraldo da Silva, Delegado-Geral João Marcos de Almeida e Delegado-Geral Alexsander Soares Diniz, realizaram a entrega da comenda aos vinte agraciados.

Ao final da entrega das medalhas, o Vereador Amarílio Augusto, Presidente da Câmara  Municipal de Barbacena, agradeceu em nome de todos os agraciados: “Quero neste momento em nome de todos os distintos homenageados e em meu próprio levar os  nossos sinceros agradecimentos ao Dr. Wagner Pinto de Souza Chefe da Polícia Civil em nosso Estado ao Dr. Carlos Capistrano chefe do 13º Departamento da Polícia Civil em  Barbacena, a chacelaria e a todos que contribuíram com este evento da Medalha, pois

estamos do fundo de nosso coração gratos pela homenagem e pelo momento que nos estão proporcionando, certo de que este momento servirá como exemplo para as  gerações que nos sucederão.”

Em seu discurso o Chefe Adjunto da Polícia Civil, Delegado-Geral Joaquim Francisco  Neto e Silva enalteceu a importância da honraria e seu objetivo, que além de agraciar, é também incentivar e demonstrar a relevância da participação de todos para o engrandecimento do trabalho da Polícia Civil de Minas Gerais.

Para encerrar o evento, o Chefe do 13° Departamento destacou: “A importância da

sensibilidade no trato entre as Instituições e o apoio incondicional do Judiciário, Ministério Público, OAB, Forças Armadas, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militares,empresariado, Prefeituras, Câmaras de Vereadores, parlamentares estaduais e federais e  de toda sociedade, que constitui suporte basilar para o desenvolvimento e progresso da Polícia Civil.”

 

Na solenidade foram agraciados “ex ofício”, de acordo com o Parágrafo Único, do Art. 2°

da Resolução n° 8.031 de 09/07/18:

  • Dr. Carlos Capristrano – Chefe do 13º DEPPC
  • Dr. Egmar Geraldo da Silva – Regional 1ª DRPC / Barbacena
  • Dr. João Marcos de Almeida – Regional da 2ª DRPC / Cons. Lafaiete
  • Dr. Alexsander Soares Diniz – Regional 3ª DRPC / São João Del Rei

Demais agraciados, em ordem alfabética:

  • Alexandre Werneck Soares – Diretor do Fórum de Barbacena

 

  • Amarílio Augusto de Andrade – Presidente da Câmara de Vereadores de

Barbacena

  • Dra. Ana Cláudia Perry – Superintendente de Investigação e Polícia Judicária
  • Dr. Colimar Dias Braga Junior – Delegado Titular do Núcleo Correcional do 13°

DEPPC

  • Eliel Márcio do Carmo – Investigador de Polícia / Deputado Federal
  • Getúlio Paes Fortes Feres – Empresário / Hotel Master Plaza Barbacena
  • Hudson Abner Pinto – Comandante da 13ª Região da Polícia Militar
  • Dr. Joaquim Francisco Neto e Silva – Chefe Adjunto da Polícia Civil
  • José Magno Resende de Araujo – Tenente Brigadeiro Comandante de Operações

Aeroespaciais

  • José Nivaldo de Andrade – Prefeito de São João Del Rei
  • Luiz Álvaro Abrantes Campos – Prefeito de Barbacena
  • Mário Marcus Leão Dutra – Prefeito de Conselheiro Lafaiete
  • Maycom Elias Alfim – Comandante da 2º Cia. Ind. de Bombeiros Militares
  • Dra. Sheila Aparecida Pedrosa de Melo Oliveira – Delegada / Deputada Estadual
  • Vanne Victorino Resende – Promotor / Coordenador do MPMG Barbacena
  • Dr. Wagner Pinto de Souza – Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais

 

FONTE : Assessoria de Comunicação PCMG  13° Departamento de Barbacena